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De frente pro crime ²

quinta-feira, 5 de agosto de 2010 por Júia Contrucci

A escritora Patrícia Melo também marca presença na mesa com declarações como:

- “Eu tento sempre criar uma ambivalência na narrativa, entre o destino e as escolhas do personagem”.

- “Escrever é fazer escolhas”.

- “O título é referência a um conto de Robert L. Stevenson, que era sobre o comércio de cadáveres para uso científico”.

- “Eu escrevo porque não me sinto capaz de responder a essas questões, da morte, da maldade”.

- “O essencial na minha literatura são as palavras, a forma. O tema sou eu sempre”.

- “Maternidade tem sempre a imposição do altruísmo – você tem que dar, dar, dar, sem receber nada em troca”.

Flipimpressions

quinta-feira, 5 de agosto de 2010 por Júia Contrucci

 

Mais impressões do escritor e blogueiro Paulo Roberto Pires: “ viajando na batata 2″.

De frente pro crime

quinta-feira, 5 de agosto de 2010 por Júia Contrucci

Neste momento, em Parati, acontece a segunda mesa da Flip, “De frente pro crime”.

Acompanhe aqui algumas afirmações da escritora norte-americana Lionel Schriver.

- “É sobre uma mulher que se diz muito feliz, o que eu acho um perigo”.

- “’O mundo pós-aniversário’ lida com as escolhas femininas – como saber qual é o homem certo?”.

- “Filosoficamente eu não acredito na perfeição. Ninguém é perfeito, especialmente os homens”.

- “Eu escrevo sobre isso e ganho dinheiro”.

Saco Vazio Não Para em Pé

quinta-feira, 5 de agosto de 2010 por Anna Rachel Ferreira - Bravices

E é por isso que vale a pena fazer uma parada nos restaurantes mais bacanas de Parati onde provavelmente você vai encontrar alguns dos escritores presentes na Festa. Aliás, são deles as sugestões de lugares imperdíveis para recuperar as energias e aproveitar a programação ao máximo.

 O escritor amazonense Milton Hatoum indica peixe no restaurante Refúgio, na Praça do Porto,1, em frente ao cais do Porto.

 O autor de EraOdito, Marcelino Freire, diz que a pizza do restaurante Punto Divino, na Rua da Matriz, 129, é realmente divina.

 Para o diretor de programações da FLIP, Flávio Moura vale à pena passar pelo Thai Brasil, na Rua Dona Geralda, 345, e experimentar um prato thailandês de primeira.

 Já o escritor norte-americano Gay Talese se encantou pelo peixe do restaurante Banana da Terra, na Rua Dr. Samuel Costa, 198.

 Quatro dias de FLIP, quatro almoços, quatro restaurantes diferentes para experimentar!

O Crime

quinta-feira, 5 de agosto de 2010 por Anna Rachel Ferreira - Bravices

A segunda mesa da 8ª edição da FLIP discute a literatura policial e seus jogos psicológicos com duas mulheres: a americana Lionel Shriver e a brasileira Patrícia Melo, sob mediação do jornalista Arnaldo Bloch.

Ambas tem história vasta neste tema e prometem fazer uma discussão muito proveitosa. Lionel é famoso por seu Precisamos Falar Sobre o Kelvin, que narra as incertezas de uma família na tentativa de compreender um parente genocida. E Patrícia foi Prêmio Jabuti de Literatura, em 2001, por Inferno que conta a história de um garoto que começa a trabalhar para o tráfico de drogas aos 11 anos.

Ao Correr da Pena³

quinta-feira, 5 de agosto de 2010 por Júia Contrucci

Nas graças da plateia, o professor Edson Nery leu o poema Bahia de todos os santos e de quase todos os pecados, de Gilberto Freyre, exemplificando a afirmação: “A última característica de Freyre é o expressionismo”.

“Expressionismo é a condição da subjetividade com desprezo da objetividade”.

“Teu poema, Gilberto, será a minha eterna dor de corno”, disse Manuel Bandeira sobre “Bahia”, conta o professor.

Ao Correr da Pena²

quinta-feira, 5 de agosto de 2010 por Júia Contrucci

Seguindo o escritor porto-alegrense, o professor Ricardo Benzaquen discorre sobre o autor homenageado.

“Praticamente todos os argumentos significativos que ele examina são avaliados de maneira positiva e negativa ao mesmo tempo”.

“Nunca haveria entre nós uma unidade nacional não fosse a atuação dos jesuítas, em particular por conta da língua”.

Ao Correr da Pena

quinta-feira, 5 de agosto de 2010 por Júia Contrucci

Na primeira mesa da Festa Literária Internacional de Parati, Ao Correr da Pena, Ángel Gurría-Quintana faz a mediação entre os autores Moacyr Scliar, que abre a discussão, Edson Nery da Fonseca e Ricardo Benzaquen.

Algumas declarações do escritor e médico porto-alegrense:

“Gilbertro Freyre sintetiza nas suas contradições a mentalidade brasileira”.

“Não dá pra dizer que seja antissemita. Ele era membro da Academia de Artes e Ciências de Israel”.

“O problema e a salvação da fala de Freyre com relação a isso é dizer que essa é uma característica QUASE biológica. Esse QUASE salva o Gilberto Freyre, porque ele admite que pode estar errad. Caso contrário ele seria um candidato a integrar o grupo dos nazistas”.

Música Boa para Começar

quinta-feira, 5 de agosto de 2010 por Anna Rachel Ferreira - Bravices

Neste ano está nas mãos do carioca Edu Lobo e da paulistana, com pinta de made in Pernambuco, Renata Rosa a tarefa de animar os participantes da FLIP 2010 no show de abertura que acontece daqui a pouco.

Para já ir esquentando os motores e também para quem não pode estar lá ao vivo e a cores, separamos um vídeo de cada artista para se deliciarem ou ficarem com água na boca!

 Se você está na FLIP, nos conte como está rolando o show pelo twitter ou pelo NING e participe também desta cobertura.

 Breve entrevista com a cantora Renata Rosa, na TV5 Europeia:

Imagem de Amostra do You Tube

“Vento Bravo” na voz de Edu Lobo:

Imagem de Amostra do You Tube

FHC²

quarta-feira, 4 de agosto de 2010 por Júia Contrucci

Mais declarações de Fernando Henrique Cardoso na abertura da Flip 2010.

“Brasil sofreu com imperialismo português, com imperialismo jesuítico e conseguiu desenvolver um equilíbrio entre contrários”.

“Ele tem afirmações racistas. Para defender os indígenas ele contrapõe carta de Pombal em favor do casamento entre portugueses e indígenas na qual Pombal diria mais vale meio português do que um espanhol!”

“Ele tem informações sobre judeus que são inaceitáveis. Mas ele tem informações inaceitáveis sobre todo mundo”.

“É difícil julgar o trabalho de Gilberto Freyre porque ele abre muitos flancos, fica até fácil estraçalhá-lo”.