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90 convidados, 30 anos e um brasileiro

quarta-feira, 24 de março de 2010 por Júia Contrucci

O Salão do Livro de Paris celebra 30º aniversário, entre os dias 26 e 31/3, modificando tradição da festa. Costumeiramente a comemoração conta com o clássico país convidado de honra, porém, este ano, a celebração reunirá 90 escritores consagrados, dentre eles o italiano Umberto Eco, o húngaro Imre Kertesz, o português Antonio Lobo Antunes, o chileno Luis Sepúlveda e o brasileiro Bernardo Carvalho.

A feira, que voltará sua atenção ao livro digital, terá espaço destinado às mídias que abrigam este tipo de leitura (iPad, Kindle, Reader e a biblioteca digital do Google). O Salão também terá abrigará histórias em quadrinhos e mangás.

Bernardo Carvalho, autor de "O filho da mãe", é o único autor brasileiro convidado para a celebração

Qual autor brasileiro você levaria para o Salão do Livro de Paris? Dê sua opinião.

Nem só de espinafre vive o marinheiro

terça-feira, 23 de março de 2010 por Júia Contrucci

O clássico personagem aliado da culinária materna, o marinheiro Popeye, será protagonista de uma animação 3-D produzida pela Sony Pictures Animation, segundo informações do site da revista “Variety”.

O marinheiro, que teve seu último filme lançado em 1980, compartilhará a trama, ainda não divulgada, com Olivia Palito e Brutus.

O comedor de espinafre foi criado por E. C. Segar, em 1929, e adaptado para os desenhos animados pelos irmãos Dave e Max Fleischer em 1933.

O primeiro desenho

httpv://www.youtube.com/watch?v=HR0FJyutA-c
O marinheiro Popeye em  ”Socorro! Não Chamem os Bombeiros”

httpv://www.youtube.com/watch?v=bdqpAinfb-c&feature=related

Depois da turbulência, a placa

terça-feira, 23 de março de 2010 por Júia Contrucci

 “As componentes vivas são as palavras, as imagens, os ritmos. O espírito é a vida que as habita quando tudo converge para a mesma finalidade”. Tal fórmula foi descrita pelo poeta Edward James Hughes, Ted Hughes, que será homenageado em Londres. A placa no Rincão dos Poetas na abadia de Westminster eterniza o bardo ao lado de nomes como Tennyson, Wordsworth, TS Eliot e WH Auden.

Hughes foi casado com a escritora Sylvia Plath, a quem dedicou seu último livro de poesias, “Cartas de Aniversário”. No livro, Hughes explora a complexa relação que terminou com o suicídio de Plath, que se asfixiou com o gás de uma estufa, em 1963.

Hughes terminou seus dias ao lado de Carol Orchard, com quem casou-se em 1970.

O casal de escritores, Ted Hughes e Sylvia Plath, em Paris no ano de 1956

“Será melhor chamar-lhe (ao poema), então, reunião de várias componentes vivas, movidas por um espírito único. As componentes vivas são as palavras, as imagens, os ritmos. O espírito é a vida que as habita quando tudo converge para a mesma finalidade. E impossível dizer o que acontece primeiro, se são as diferentes partes a surgir ou se é o espírito que as comanda. Mas se qualquer uma delas estiver morta… se, no ato de ler, algumas das palavras, das imagens, dos ritmos, não contiverem vida em si… então o novo ser fica mutilado e o espírito doente. É por isso que, enquanto poeta, cada um deve certificar-se de que todas as componentes sobre as quais se pode exercer controle, as palavras, as imagens, os ritmos, existem como coisas vivas.” 

Ted Hughes, O Fazer da Poesia

Grande dia para cultura paulistana… ou não

terça-feira, 23 de março de 2010 por Júia Contrucci

Fecham-se as cortinas dos teatros Paiol e Zaccaro em São Paulo. Os teatros, que estão sendo vendidos por R$ 850 mil e R$ 5 milhões, respectivamente, serão, possivelmente, transformados em estacionamentos.

 

Teatro Paiol, inaugurado em 1969 por Perry Salles e Miriam Mehler, sofre com a degradação dos baixos do Minhocão

Teatro Zaccaro, inaugurado na década de 1980 pelo músico Augustinho Záccaro, foi palco da famosa peça “Trair e começar é só começar” na década de 1990.

O que você acha da atual situação dos teatros da cidade de São Paulo? Você concorda com a venda? Dê sua opinião.

É tão alemão!

segunda-feira, 22 de março de 2010 por Redação BRAVO!

Wolfgang Wagner, ex-diretor do Festival de Bayreuth e neto do compositor Richard Wagner, faleceu neste domingo, 21/3, em Bayreuth aos 90 anos.Desde 1951, quando assumiu a frente do festival ao lado do irmão mais velho Wieland, falecido em 1966, Wolfgang dirigiu o tributo com mão de ferro. Em 2008, anunciou a sucessão de suas filhas Eva Wagner-Pasquier e Katharina Wagner, frutos do primeiro e segundo casamento, respectivamente.

 

Festival

 
A inauguração do festival ocorreu no dia 13 de agosto de 1876 com a performance de “O ouro do reino” (Das Rheingold).  A primeira edição, que foi prestigiada pelo Kaiser Wilhem, Dom Pedro II e Luís II, contou também com a presença do filósofo Friedrich Nietzche e os compositores Anton Bruckner, Edvard Grieg, Pyotr Tchaikovsky e Franz Liszt.

 

Veja Wolfgang Wagner descrever as capacidades acústicas do teatro do festival.

httpv://www.youtube.com/watch?v=kY8zGYe5W5g