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Dance in São Paulo

terça-feira, 23 de novembro de 2010 por Anna Rachel Ferreira - Bravices

A despeito da chuva e de Paul McCartney, Scissor Sisters coloca plateia para pular

Jake Shears e Ana Matronic em show na última segunda-feira, 22/11, em São Paulo

Nem só de Paul McCartney viveu a noite paulistana desta segunda-feira. Enquanto o ex-Beatle animava uma multidão no estádio do Morumbi e, com ajuda da chuva, parava o trânsito da cidade, bem perto dali, no Via Funchal, a banda disco nova-iorquina Scissor Sisters fazia sua primeira apresentação no país.

 O show, parte da turnê do terceiro álbum da banda, Night Work, prometia ser uma grande festa e, frenético do início ao fim, provou a que veio. As músicas dançantes do grupo combinadas com o carisma de Ana Matronic e o stripetease de Jake Shears, vocalistas da banda, foram a combinação perfeita para muita euforia dentro e fora do palco.

 Pela primeira vez em terras brasileiras, o grupo que ainda conta com Babydaddy (baixo, guitarra e teclado), Del Marquis (guitarra e o baixo) e Randy ‘Real’ Schrager (bateria) se mostrava muito animado com essa experiência antes do subir ao palco. “Nos Estados Unidos, os brasileiros têm a fama de terem uma paixão única”, comentava Ana que ainda prometeu novas vindas de Scissor Sisters a São Paulo e a outras capitais brasileiras, como Florianópolis e Rio de Janeiro.

 Os grandes sucessos da banda como I don’t feel like dancing e Laura estavam presentes no setlist do show. E a concorrência Beatle foi tirada de letra com direito a brincadeira de Ana “O nosso show está bem mais divertido que o dele”, e execução da música Paul McCartney, escrita por Shears em homenagem ao seu ídolo.

Ícone da alta cultura, Bailarina de Vermelho profere palestra em São Paulo

terça-feira, 23 de novembro de 2010 por Mariana Delfini

Separem os óculos de acetato. Em São Paulo pela primeira vez, o espetáculo Anticlássico – Uma Desconferência e o Enigma do Vazio traz para a terra da USP, da Semana de Arte Moderna e da Bienal a Bailarina de Vermelho.

Ícone (fictício) da (suposta) alta cultura, a Bailarina cobre com seu curto tutu vermelho a atriz Alessandra Colasanti, que, no espetáculo que escreveu e protagoniza, satiriza os discursos herméticos e a própria postura da intelligentsia.

“Ela é um blend do universo acadêmico, com arte de vanguarda e o submundo do sexo”, define a atriz Cissa Guimarães. E sua antipalestra, que integra a Mostra SESC de Artes, poderia ser definida como “o samba do crioulo doido dos intelectuais (ou pseudo)”, nas palavras de Barbara Heliodora (citemos a principal crítica de teatro do Rio de Janeiro e especialista em Shakespeare, já que estamos tratando de cultura elevada).

Prolegômenos

A Bailarina de Vermelho surgiu como personagem em 2007, quando Alessandra estreou Anticlássico no SESC-Rio. Ao longo dos anos, foi se transformando em performance multimídia, com aparições no jet set (e no carnaval) carioca e intervenções filmadas e disponíveis no Youtube – como a visita, na Flip de 2009, à mesa de debates da artista plástica Sophie Calle e seu ex-namorado, o escritor Grégoire Bouillier. Em 2010, protagonizou um (falso) documentário em curta-metragem, ainda inédito, sobre seu paradeiro, em que diferentes famosos e anônimos dão seus depoimentos – Cissa Guimarães entre eles.

A certidão de nascimento fictícia da personagem é bem anterior: data de 1872, ano em que o francês Edgar Degas pintou um de seus principais quadros, Le Foyer de La Danse à l’Opéra de La Rue Le Peletier. Desta tela ela fugiu, deixando apenas uma cadeira vazia para atestar sua ausência:

Livre dos museus, percorreu o mundo todo: frequentou a casa de Gertrude Stein em Paris, foi bailarina do Balé Imperial Russo, veio para a América com Stanislavski e, lá, integrou a Factory de Andy Warhol. Os grandes nomes se entrecruzam com sua trajetória, para não mencionar aqueles que ela conheceu mais intimamente – como John Cage, Woody Allen, Picasso. Este último, ela explica, um “perfeito exemplo da disparidade entre significante e significado”.

Para marcar sua passagem por São Paulo, a Bailarina concedeu uma entrevista curta à revista BRAVO!, que pode ser conferida a seguir.

Em sendo esta sua primeira fala em São Paulo, a repercussão de sua desconferência entre seus pares da comunidade uspiana é um motivo de ansiedade?

Bailarina de Vermelho: Antes de responder a essa pergunta propriamente, eu faria outra pergunta: em sendo esta minha primeira fala em São Paulo a repercussão da minha desconferência é um motivo de ansiedade entre os meus pares da comunidade uspiana? De minha parte eu me sinto muito tranquila para falar, eu falo mesmo, fa-lo, do verbo falar. E lembrem-se: O mar quando quebra na praia é bonito , é bonito , e é bonito, e não é stritu senso.

Há dois anos visitamos aqui em São Paulo a Bienal do Vazio, como ficou conhecida a última edição da Bienal por trazer uma quantidade pequena de obras de arte. Em sendo o enigma do vazio o tema de sua palestra, você poderia dizer se enxerga um retorno do tema na obra Bandeira Branca, de Nuno Ramos, que se esvaziou após idas e vindas dos urubus?

Curiosa essa pergunta. É importante que se diga que eu não tenho nenhuma bandeira na manga, também não tenho nenhuma manga na manga, e também não tenho nenhuma manga, at all. Isso posto, eu queria mandar um beijão para o Nuno Ramos e para os curadores Ivo Mesquita e Ana Paula Cohen, a 28ª Bienal de São Paulo foi uma bela homenagem à minha obra. Para os polemistas de plantão eu dedico a máxima do neurótico: é aflitivo, mas é bom.

A relação íntima que você travou com certas personalidades do mundo da academia e das artes é de conhecimento de todos nós, que, mesmo diante de temas tão profundos quanto aqueles explorados por você na palestra, por vezes nos apegamos a essas curiosidades mais concretas. A última pergunta tem esse aspecto um pouco invasivo: em sendo seus affairs tão variados e de altíssimo nível, poderíamos saber a garçonière de qual grande nome você tem frequentado?

Meu corpo é um livro aberto, uma obra em progresso e colaborativa. Apesar de avant garde, sou sintoma do meu tempo. Com o apagamento de todas as fronteiras, o sexo entre quatro paredes se tornou um anacronismo. É preciso realocar os velhos paradigmas, já dizia eu em 1969 na página 53 do meu primeiro livro, “ 53 a página intermitente”, um livro inteiro só de páginas 53. A questão da autoria, da assinatura, é igualmente tema da minha pesquisa. Hoje em dia pratico sexo a céu aberto com desconhecidos. Prefiro não saber seus nomes, como diria meu amigo Chet Baker, “ what a difference a name makes?”. Como artista eu não vejo separação, uma página, uma tela, um poste, uma pessoa, para mim tudo é suporte. Diante disso eu perguntaria, só é possível filosofar em alemão, ou não? O que acontece com o mundo? Essa pergunta não tem resposta.

Anticlássico – Uma Desconferência e o Enigma do Vazio

Mostra SESC de ArtesSESC Vila Mariana (r. Pelotas, 141, Vila Mariana, São Paulo). 23 e 24/11, às 20h. De R$ 6 a R$ 24.

Assista vídeos da Bailarina de Vermelho

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Stereophonics mostra rock rebelde sem perder o penteado

segunda-feira, 22 de novembro de 2010 por Jeferson Peres

Banda fez sua primeira apresentação na América Latina

O vocalista Kelly Jones comandou a noite no Credicard Hall

Os galeses do Stereophonics fizeram sua primeira apresentação em solo brasileiro ontem, no Citibank Hall, em São Paulo. A banda apresentou a turnê do disco Keep Calm and Carry On e levantou sua jovem plateia cativa com cerca de 25 músicas – seis do novo álbum e outros hits de seus mais de 12 anos de carreira.

No palco, o grupo soube animar muito bem seu público. O vocalista Kelly Jones e seus três companheiros misturaram um rock moderno com os velhos solos de guitarra e baladas que contagiaram os fãs.

 Para esquentar o público, o Stereophonics começou a apresentação lembrando seus maiores sucessos, como Thousand Trees, Have a Nice Day, It Means Nothing e Just Looking. O vocalista Kelly Jones até arriscou algumas palavras em português e comprimentou a plateia com um “olá São Paulo”.

 O ápice do show foi quando a banda tocou, acompanhada de um enorme coro de fãs emocionados, um de seus maiores sucessos, Maybe Tomorrow – contando, é claro, com a tradicional sessão choradeira das meninas e suas declarações de amor em cartazes aos roqueiros.

Na Moska!

sexta-feira, 12 de novembro de 2010 por Barbara Heckler

O show começou acanhado, assim como a maneira de ser do próprio Moska. Em pouco tempo, o cantor largou o banquinho e violão e se envolveu com a sua música. Durante a noite de ontem, 11 de novembro, na intimista casa de shows Bourbon Street em São Paulo, Paulinho Moska cantou sorrindo as belíssimas canções do seu novo álbum Muito Pouco. Conhecida também na voz de Maria Rita, a canção ganhou força com Moska, o compositor. Com um tom meio à la GotanProject, essa e outras músicas do CD mostram a nítida – e boa – influência dos seus amigos latinos, o uruguaio Jorge Drexler e o argentino-americano Kevin Johansen. Este último ainda participa da delicada composição Waiting for the Sun to Shine. Além das músicas saídas do forno, o show contou ainda com o antigo repertório, como Lágrimas de Diamante, A Seta e o Alvo, Quantas Vidas Você Tem? e, a que marcou o primeiro contato com Drexler, A Idade do Céu.

 Apesar do carisma do Moska envolver o público durante a uma hora e meia de show, infelizmente muitas pessoas não entenderam que existia um artista mostrando o seu trabalho ali no palco e queriam falar mais alto que a voz do cantor. Uma pena (para não dizer falta de educação), para um show tão especial.

 Paulinho Moska prevê o seu retorno a São Paulo no começo de fevereiro para quem perdeu sua vinda desta vez – ou quer voltar a vê-lo no palco novamente (espero que desta vez só com o bom zumbido).  

 Ouça:

 Muito Pouco

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Waiting for the Sun to Shine

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A Seta e o Alvo

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McCartney: Brazil, lá lá lu li lá lá

quinta-feira, 4 de novembro de 2010 por Júia Contrucci

Paul McCartney. O que mais é preciso dizer? Apenas que, com shows marcados nos estádios do Beira Rio, em Porto Alegre, e do Morumbi, em São Paulo, o ex-Beatle enviou uma mensagem, via Youtube,  para os fãs brasileiros. No recado, o músico, além de convidar a todos para os show no país,  realizou uma performance de air guitar e um embromation da música Aquarela do Brasil ao lado dos integrantes de sua banda.

“Ei todo mundo do Brasil! Estamos indo pegar vocês! Iremos para Porto Alegre e para São Paulo… Então, nos vemos aí! Até logo!”.

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Turnê Up and Coming, de Paul McCartney. Estádio do Beira Rio (Av. Padre Cacique, 891, Praia das Belas – Porto Alegre/RS). Domingo, 7/11, às 21 horas. Estádio do Morumbi (Pça. Roberto Gomes Pedrosa, Morumbi – São Paulo/SP). Domingo e segunda-feira, 21 e 22/11, às 21h30. De R$ 140 a R$1.400 – ingressos esgotados.

O dia em que o silêncio disse tudo¹

terça-feira, 21 de setembro de 2010 por Júia Contrucci

Scorpions: 45 anos de clássicos e mais de 120 milhões de discos vendidos

Tá, essa é sexta tentativa de começar esse texto de uma forma concisa, objetiva e respondendo às informações necessárias para um bom lide – corão dos jornalistas e pseudo-jornalistas. Falhei pela sexta vez, mas não importa, realmente, porque o assunto deste post é muito maior do que minha habilidade (ou a falta dela) de escrever. Ah, eu provavelmente deveria ter começado com: primeiro show de metal… oficial.

Na noite do último sábado, dia 18 de setembro de 2010, saí de casa sem saber o que me esperava. Afinal, o que se pode esperar de show que pertence a turnê de aposentadoria de uma das maiores bandas de heavy metal/ hard rock da história? Pois é, foram 1 hora e 40 minutos de show que, aos meus ouvidos, tiveram duas durações diferentes e nenhuma das duas totalmente verdadeiras. A primeira, que senti logo antes do final da apresentação, foi que apenas haviam se passado 40 minutos, e a segunda, que estou levando comigo agora, é que ainda não acabou.

Para facilitar o meu e o seu raciocínio, caro leitor, vou elencar os pontos positivos e negativos dessa minha experiência:

Positivos

1) Repertório: Intercalando os álbuns mais conhecidos com canções novas, os Scorpions, literalmente, deram ao público o que ele queria. Sem necessidade de pedidos especiais.

Set List:

1. Sting In The Tail (Sting in the Tail, 2010)
2. Make It Real (Animal Magnetism, 1980)

3. Bad Boys Running Wild (Love at First Sting, 1984)
4. The Zoo (Animal Magnetism, 1980)
5. Coast To Coast (Lovedrive, 1979)

6. Loving You Sunday Morning (Lovedrive, 1979)
7. The Best Is Yet To Come (Sting in the Tail, 2010)
8. Holiday (Lovedrive, 1979)
9. Wind Of Change (Crazy World, 1990)
10. Raised on Rock (Sting in the Tail, 2010)
11. Tease Me Please Me (Crazy World, 1990)
12. Dynamite (Blackout, 1982)
13. Kottak Attack – James Kottak Solo
14. Blackout (Blackout, 1982)
15. Six String Sting – Matthias Jabs solo
16. Big City Nights (Love at First Sting, 1984)
17. Still Loving You (Love at First Sting, 1984)
18. Rock You Like A Hurricane (Love at First Sting, 1984)

2) Dinamismo: Não existe idade limite ou certa para um show de qualidade. Os dinossauros-metálicos do Scorpions provaram isso mais uma vez. Aos 62 anos, o vocalista Klaus Maine e o guitarrista Rudolf Schenker mostraram excepcional disposição ao interagirem com a plateia e ao correrem de um lado para outro do palco – esta categoria, Maine fazia com menos intensidade.

Os solistas James Kottak (bateria), de 47 anos, e Matthias Jabs (guitarra), de 54 anos, também mostraram do que são capazes. Em seu solo, de aproximadamente 10 minutos, Kottak subiu na bateria, pediu à plateia que levantassem os copos – e decepcionou-se com a escassez deles –, convidou o público para um brinde e fez o vira, banhando o próprio corpo com cerveja.

O grupo ainda se comunicava bastante, entre si e com o público, o que nos proporcionava momentos de lembranças únicas. Entre elas, quando alguém – suponho que tenha sido uma jovem – atirou ao palco um sutiã, que foi carinhosamente guardado no bolso do baixista Paweł Mąciwoda, de 43 anos. – Quem disse que é só o Wando que ganha lembrancinhas desse tipo?

3) Frio e Chuvisco: Sim. Eles foram positivos – não para saúde do público, é claro , mas - porque de algum forma ser aquecido pelo som e show do Scorpions foi muito melhor do que banho e chocolate quente.

Negativos:

1) Durou só 1 hora e 40 minutos.

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¹ Explicação do título em equação simples: 3 d (três dias desde o show) + 1 b (uma baqueta de James Kottak) = 0 (zero voz de que vos escreve).

A voz mudou, mas o bigode continua o mesmo

sexta-feira, 17 de setembro de 2010 por Júia Contrucci

Muito dificilmente nesta vida aparecerá um intérprete com a capacidade pulmonar suficiente para imitar, ou mesmo remeter, os agudos de Freddie Mercury. Fato consumado é que apenas a voz do cantor era única, já seu bigode e trejeitos não.

Bigode por bigode, o lendário guitarrista do Queen, Brian May, informou à BBC que quem interpretará o falecido vocalista do grupo nos cinemas será o ator Sacha Baron Cohen, famoso por seus personagens Borat e Brüno. O filme, ainda sem nome, está sendo escrito por Peter Morgan (Frost / Nixon), será produzido por GK Films e a Tribeca Productions, de Robert De Niro, e terá Brian May e o baterista Roger Taylor como responsáveis pela trilha musical.

O longa será centrado no concerto de caridade Live Aid, realizado no estádio Wembley, em Londres, em 1985, que é considerado um dos momentos mais importantes da banda.

Freddie

Farrokh Bulsara nasceu aos 5 de setembro de 1946 na Cidade de Pedra no Zanzibar, atual Tanzânia. Filho de indianos, Farrokh estudou em uma escola inglesa próxima de Bombaim, onde dois importantes fatos de sua carreira musical teriam acontecido: aulas de piano e o apelido de Freddie.

Em 1964, a família mudou-se para Inglaterra. Lá, enquanto cursava faculdade de Design Gráfico e Artístico – mais tarde, o jovem estudante iria criar o símbolo do grupo –, Freddie conheceu o baixista Tim Staffell, que junto com Brian May e Roger Taylor tinham uma banda chamada Smile. Tim levou Freddie para participar dos ensaios. Em 1971 nascia o Queen.

Freddie Mercury compôs verdadeiros hinos, pelos quais o grupo ainda é massivamente conhecido. Em 1991, o vocalista comunicou publicamente que tinha AIDS no dia 23 de novembro, vindo a falecer no dia seguinte, aos 45 anos.

Assista a um trecho da apresentação em Wembley:

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Sem Nu, Com SWU

quinta-feira, 26 de agosto de 2010 por Júia Contrucci

Após nove anos, a banda norte-americana Queens of the Stone Age volta ao Brasil, desta vez para se apresentar no SWU Music and Arts Festival, que acontece entre os dias 9 e 11 de outubro. O grupo, formado no final dos anos 90, se apresenta no último dia do festival que reúne bandas como Rage Against The Machine, Kings of Leon, Dave Matthews Band, Cavalera Conspiracy, entre outras.

Comemorando 10 anos do disco R, o grupo lançou neste mês uma versão de luxo do álbum, o disco duplo nomeado de Rated R. A última passagem da banda pelo Brasil aconteceu em 2001 no Rock in Rio. Na apresentação, o então baixista, Nick Oliveri, subiu ao palco completamente nu, e foi preso. Na época, ele justificou a atitude “após ter visto cenas do carnaval na TV”.

Prepare a trilha:

Little Sister

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No One Knows

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Permanência Literária

sexta-feira, 20 de agosto de 2010 por Júia Contrucci
Até o final deste mês, a Passagem Literária da Consoloção apresenta duas mostras que questionam a velocidade e o modo como a notícia é tratada no mundo: Enquanto isso… e Retratos e Fragmentos.

Retratos e Fragmentos

Enquanto isso…, obra da designer Márcia Cohen, reúne 25 fotografias de diferentes países da África e Ásia, tiradas simultaneamente a acontecimentos destacados pela imprensa, que são intituladas com manchetes publicadas à época. Já a mostra da artista plástica Marina Barreto, Retratos e Fragmentos, é formada por 15 telas, expostas lado a lado, que representam o caos e a urgência dos tempos atuais. As telas são elaboradas com rostos anônimos e fragmentos recortados de revistas.

Além das exposições, a Passagem Literária também possui um sebo com 6 mil livros. Lá, podem ser encontrados exemplares de autores como Clarice Lispector,  homenageada na edição deste ano na Bienal do Livro ao lado de Monteiro Lobato, Julio Cortázar, entre outros. Nas bancas dispostas no local é possível comprar dois clássicos populares por apenas R$ 5,00.

Serviço

Passagem Literária da Consolação

Horário de funcionamento: das 7 às 22 horas, de segunda a sexta-feira. Sábados, domingos e feriados, das 10 às 22 horas.

Local: Passagem Literária da Consolação – rua da Consolação, esquina com a avenida Paulista (Metrô Paulista)

Grátis

Dance, glam e tesouras

terça-feira, 17 de agosto de 2010 por Júia Contrucci

No dia 22 de novembro o grupo norte-americano, ícone do movimento gay, Scissor Sisters se apresentará no Brasil pela primeira vez. O show, anunciado nesta segunda-feira, 16, no site oficial da banda, acontecerá em São Paulo, no Via Funchal. Os ingressos começarão a ser vendidos no dia 23 de agosto.

 A banda

Formado no início dos anos 2000, em Nova York, o Scissor Sisters revive o estilo glam dos anos 1980. A ascensão do grupo ocorreu logo no primeiro disco, lançado em 2004. Já no segundo álbum, Tah Dah, lançado em 2006, a banda contou com a presença e o piano de Elton John na faixa-hit I don’t feel like dancing.

Em 2010, a banda lançou seu terceiro disco, Night Work, cujo produtor é Stuart Price, responsável pelo single Hung up, de Madonna, e pelos últimos CDs do The Killers e Kylie Minogue.

Prepare o repertório:

I Don’t Feel Like Dancing

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Comfortably numb

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Take Your Mamma

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