Posts com a tag ‘Música’

Que boca grande você tem…. Lobão

sábado, novembro 27th, 2010

Músico lança autobiografia com pocket show e sessão de autógrafos no Vira Cultura

Aos 11 de outubro de 1957, nascia João Luíz Woerdenbag Filho. Aos 27 de novembro de 2010, ele lançava sua autobiografia, 50 anos a mil. O músico, mais conhecido como Lobão, se apresenta às 22h30 no Vira Cultura.

Cantor, compositor, músico, apresentador e polemista, Lobão iniciou sua carreira aos 17 anos na banda Vímana, da qual faziam parte Lulu Santos, Ritchie, Luis Paulo e Fernando Gama. Fundou o grupo Blitz com Evandro Mesquita e Fernanda Abreu e escreveu canções como Me Chama e Vida Louca Vida.

Em 2007, lançou o álbum Acústico MTV, que recebeu o Grammy Latino na categoria de melhor disco de rock. Este ano, celebra a autobiografia com pocket show e sessão de autógrafos no Teatro Eva Herz, na terceira edição do Vira Cultura, às 22h30.

Ouça alguns sucessos do músico.

Me Chama

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Vida Bandida

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Essa Noite Não

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O Azul e Vermelho de Nina

sábado, novembro 27th, 2010

Cantora carioca Nina Becker se apresenta no Vira Cultura às 21 horas

A cantora Nina Becker apresenta o repertório dos discos Azul e Vermelho neste sábado, 27, às 21 horas no Vira Cultura. Considerada uma das vozes mais influentes de sua geração, a carioca interpreta obras de artistas da música brasileira, dentre eles Renato Martins, Domenico Lancelotti, Moreno Veloso, Diego Medina e Pedro Sá.

Com sua origem na Orquestra Imperial, Nina, que lançou este ano os primeiros álbuns solos, é acompanhada pela banda formada por Gabriel Bubu (guitarra), Gustavo Benjão (guitarra), Marcelo Callado (bateria), e Ricardo Dias Gomes, (baixo). 

Logo após o pocket show, que acontece no Teatro Eva Herz, haverá uma sessão de autógrafos na loja principal da Livraria Cultura. Ouça algumas canções da intérprete carioca.

O Bom Veneno

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Ela Adora

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Toc Toc

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Vossa Autoria

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Na Moska!

sexta-feira, novembro 12th, 2010

O show começou acanhado, assim como a maneira de ser do próprio Moska. Em pouco tempo, o cantor largou o banquinho e violão e se envolveu com a sua música. Durante a noite de ontem, 11 de novembro, na intimista casa de shows Bourbon Street em São Paulo, Paulinho Moska cantou sorrindo as belíssimas canções do seu novo álbum Muito Pouco. Conhecida também na voz de Maria Rita, a canção ganhou força com Moska, o compositor. Com um tom meio à la GotanProject, essa e outras músicas do CD mostram a nítida – e boa – influência dos seus amigos latinos, o uruguaio Jorge Drexler e o argentino-americano Kevin Johansen. Este último ainda participa da delicada composição Waiting for the Sun to Shine. Além das músicas saídas do forno, o show contou ainda com o antigo repertório, como Lágrimas de Diamante, A Seta e o Alvo, Quantas Vidas Você Tem? e, a que marcou o primeiro contato com Drexler, A Idade do Céu.

 Apesar do carisma do Moska envolver o público durante a uma hora e meia de show, infelizmente muitas pessoas não entenderam que existia um artista mostrando o seu trabalho ali no palco e queriam falar mais alto que a voz do cantor. Uma pena (para não dizer falta de educação), para um show tão especial.

 Paulinho Moska prevê o seu retorno a São Paulo no começo de fevereiro para quem perdeu sua vinda desta vez – ou quer voltar a vê-lo no palco novamente (espero que desta vez só com o bom zumbido).  

 Ouça:

 Muito Pouco

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Waiting for the Sun to Shine

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A Seta e o Alvo

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McCartney: Brazil, lá lá lu li lá lá

quinta-feira, novembro 4th, 2010

Paul McCartney. O que mais é preciso dizer? Apenas que, com shows marcados nos estádios do Beira Rio, em Porto Alegre, e do Morumbi, em São Paulo, o ex-Beatle enviou uma mensagem, via Youtube,  para os fãs brasileiros. No recado, o músico, além de convidar a todos para os show no país,  realizou uma performance de air guitar e um embromation da música Aquarela do Brasil ao lado dos integrantes de sua banda.

“Ei todo mundo do Brasil! Estamos indo pegar vocês! Iremos para Porto Alegre e para São Paulo… Então, nos vemos aí! Até logo!”.

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Turnê Up and Coming, de Paul McCartney. Estádio do Beira Rio (Av. Padre Cacique, 891, Praia das Belas – Porto Alegre/RS). Domingo, 7/11, às 21 horas. Estádio do Morumbi (Pça. Roberto Gomes Pedrosa, Morumbi – São Paulo/SP). Domingo e segunda-feira, 21 e 22/11, às 21h30. De R$ 140 a R$1.400 – ingressos esgotados.

O dia em que o silêncio disse tudo¹

terça-feira, setembro 21st, 2010

Scorpions: 45 anos de clássicos e mais de 120 milhões de discos vendidos

Tá, essa é sexta tentativa de começar esse texto de uma forma concisa, objetiva e respondendo às informações necessárias para um bom lide – corão dos jornalistas e pseudo-jornalistas. Falhei pela sexta vez, mas não importa, realmente, porque o assunto deste post é muito maior do que minha habilidade (ou a falta dela) de escrever. Ah, eu provavelmente deveria ter começado com: primeiro show de metal… oficial.

Na noite do último sábado, dia 18 de setembro de 2010, saí de casa sem saber o que me esperava. Afinal, o que se pode esperar de show que pertence a turnê de aposentadoria de uma das maiores bandas de heavy metal/ hard rock da história? Pois é, foram 1 hora e 40 minutos de show que, aos meus ouvidos, tiveram duas durações diferentes e nenhuma das duas totalmente verdadeiras. A primeira, que senti logo antes do final da apresentação, foi que apenas haviam se passado 40 minutos, e a segunda, que estou levando comigo agora, é que ainda não acabou.

Para facilitar o meu e o seu raciocínio, caro leitor, vou elencar os pontos positivos e negativos dessa minha experiência:

Positivos

1) Repertório: Intercalando os álbuns mais conhecidos com canções novas, os Scorpions, literalmente, deram ao público o que ele queria. Sem necessidade de pedidos especiais.

Set List:

1. Sting In The Tail (Sting in the Tail, 2010)
2. Make It Real (Animal Magnetism, 1980)

3. Bad Boys Running Wild (Love at First Sting, 1984)
4. The Zoo (Animal Magnetism, 1980)
5. Coast To Coast (Lovedrive, 1979)

6. Loving You Sunday Morning (Lovedrive, 1979)
7. The Best Is Yet To Come (Sting in the Tail, 2010)
8. Holiday (Lovedrive, 1979)
9. Wind Of Change (Crazy World, 1990)
10. Raised on Rock (Sting in the Tail, 2010)
11. Tease Me Please Me (Crazy World, 1990)
12. Dynamite (Blackout, 1982)
13. Kottak Attack – James Kottak Solo
14. Blackout (Blackout, 1982)
15. Six String Sting – Matthias Jabs solo
16. Big City Nights (Love at First Sting, 1984)
17. Still Loving You (Love at First Sting, 1984)
18. Rock You Like A Hurricane (Love at First Sting, 1984)

2) Dinamismo: Não existe idade limite ou certa para um show de qualidade. Os dinossauros-metálicos do Scorpions provaram isso mais uma vez. Aos 62 anos, o vocalista Klaus Maine e o guitarrista Rudolf Schenker mostraram excepcional disposição ao interagirem com a plateia e ao correrem de um lado para outro do palco – esta categoria, Maine fazia com menos intensidade.

Os solistas James Kottak (bateria), de 47 anos, e Matthias Jabs (guitarra), de 54 anos, também mostraram do que são capazes. Em seu solo, de aproximadamente 10 minutos, Kottak subiu na bateria, pediu à plateia que levantassem os copos – e decepcionou-se com a escassez deles –, convidou o público para um brinde e fez o vira, banhando o próprio corpo com cerveja.

O grupo ainda se comunicava bastante, entre si e com o público, o que nos proporcionava momentos de lembranças únicas. Entre elas, quando alguém – suponho que tenha sido uma jovem – atirou ao palco um sutiã, que foi carinhosamente guardado no bolso do baixista Paweł Mąciwoda, de 43 anos. – Quem disse que é só o Wando que ganha lembrancinhas desse tipo?

3) Frio e Chuvisco: Sim. Eles foram positivos – não para saúde do público, é claro , mas - porque de algum forma ser aquecido pelo som e show do Scorpions foi muito melhor do que banho e chocolate quente.

Negativos:

1) Durou só 1 hora e 40 minutos.

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¹ Explicação do título em equação simples: 3 d (três dias desde o show) + 1 b (uma baqueta de James Kottak) = 0 (zero voz de que vos escreve).

A voz mudou, mas o bigode continua o mesmo

sexta-feira, setembro 17th, 2010

Muito dificilmente nesta vida aparecerá um intérprete com a capacidade pulmonar suficiente para imitar, ou mesmo remeter, os agudos de Freddie Mercury. Fato consumado é que apenas a voz do cantor era única, já seu bigode e trejeitos não.

Bigode por bigode, o lendário guitarrista do Queen, Brian May, informou à BBC que quem interpretará o falecido vocalista do grupo nos cinemas será o ator Sacha Baron Cohen, famoso por seus personagens Borat e Brüno. O filme, ainda sem nome, está sendo escrito por Peter Morgan (Frost / Nixon), será produzido por GK Films e a Tribeca Productions, de Robert De Niro, e terá Brian May e o baterista Roger Taylor como responsáveis pela trilha musical.

O longa será centrado no concerto de caridade Live Aid, realizado no estádio Wembley, em Londres, em 1985, que é considerado um dos momentos mais importantes da banda.

Freddie

Farrokh Bulsara nasceu aos 5 de setembro de 1946 na Cidade de Pedra no Zanzibar, atual Tanzânia. Filho de indianos, Farrokh estudou em uma escola inglesa próxima de Bombaim, onde dois importantes fatos de sua carreira musical teriam acontecido: aulas de piano e o apelido de Freddie.

Em 1964, a família mudou-se para Inglaterra. Lá, enquanto cursava faculdade de Design Gráfico e Artístico – mais tarde, o jovem estudante iria criar o símbolo do grupo –, Freddie conheceu o baixista Tim Staffell, que junto com Brian May e Roger Taylor tinham uma banda chamada Smile. Tim levou Freddie para participar dos ensaios. Em 1971 nascia o Queen.

Freddie Mercury compôs verdadeiros hinos, pelos quais o grupo ainda é massivamente conhecido. Em 1991, o vocalista comunicou publicamente que tinha AIDS no dia 23 de novembro, vindo a falecer no dia seguinte, aos 45 anos.

Assista a um trecho da apresentação em Wembley:

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Sem Nu, Com SWU

quinta-feira, agosto 26th, 2010

Após nove anos, a banda norte-americana Queens of the Stone Age volta ao Brasil, desta vez para se apresentar no SWU Music and Arts Festival, que acontece entre os dias 9 e 11 de outubro. O grupo, formado no final dos anos 90, se apresenta no último dia do festival que reúne bandas como Rage Against The Machine, Kings of Leon, Dave Matthews Band, Cavalera Conspiracy, entre outras.

Comemorando 10 anos do disco R, o grupo lançou neste mês uma versão de luxo do álbum, o disco duplo nomeado de Rated R. A última passagem da banda pelo Brasil aconteceu em 2001 no Rock in Rio. Na apresentação, o então baixista, Nick Oliveri, subiu ao palco completamente nu, e foi preso. Na época, ele justificou a atitude “após ter visto cenas do carnaval na TV”.

Prepare a trilha:

Little Sister

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No One Knows

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Dance, glam e tesouras

terça-feira, agosto 17th, 2010

No dia 22 de novembro o grupo norte-americano, ícone do movimento gay, Scissor Sisters se apresentará no Brasil pela primeira vez. O show, anunciado nesta segunda-feira, 16, no site oficial da banda, acontecerá em São Paulo, no Via Funchal. Os ingressos começarão a ser vendidos no dia 23 de agosto.

 A banda

Formado no início dos anos 2000, em Nova York, o Scissor Sisters revive o estilo glam dos anos 1980. A ascensão do grupo ocorreu logo no primeiro disco, lançado em 2004. Já no segundo álbum, Tah Dah, lançado em 2006, a banda contou com a presença e o piano de Elton John na faixa-hit I don’t feel like dancing.

Em 2010, a banda lançou seu terceiro disco, Night Work, cujo produtor é Stuart Price, responsável pelo single Hung up, de Madonna, e pelos últimos CDs do The Killers e Kylie Minogue.

Prepare o repertório:

I Don’t Feel Like Dancing

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Comfortably numb

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Take Your Mamma

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Rock of Honour

sexta-feira, agosto 13th, 2010

No dia 10 de novembro deste ano, em Londres, acontece o Classic Rock Roll Of Honour Awards, evento da revista inglesa Classic Rock que premia as melhores bandas de rock do ano. Em sua sexta edição, o prêmio, que será apresentado pelo cantor Alice Cooper, teve seus indicados publicados nesta sexta-feira, 13.

As bandas AC/DC, Rage Against the Machine, Kiss, Bon Jovi, Slash & Friends, Aerosmith e a Jeff Beck Band concorrem na categoria melhor banda. Já, entre os grandes, na categoria álbum do ano, estão: Iron Maiden, Pearl Jam e The Scorpions.

Veja mais categorias em aqui.

Em sua opinião, qual é a melhor banda do ano?

Assista a alguns sucessos dos indicados a melhor banda.

AC/DC – Dirty Deeds Done Dirt Cheap 

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Rage Against the Machine – Renegades Of Funk 

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Aerosmith – Crazy 

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Kiss – Rock’n'roll All Night 

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Jeff Beck Band – Earthquake 

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Slash & Friends – Ghost

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Bon Jovi – Livin’ On A Prayer

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30 anos in Black

segunda-feira, agosto 9th, 2010

Em 1979, o então vocalista da banda australiana AC/DC, Bon Scott, gravava o disco Highway to Hell. Na época, segundo reza a lenda, Scott pressentia sua morte e encarou a canção que dava nome ao disco como uma despedida. Em 13 de fevereiro de 1980, Scott faleceu em decorrência de uma intoxicação alcoólica.

No ano seguinte, o AC/DC, assumindo uma postura fúnebre e um som mais intenso, lançou, em 25 de julho de 1980, o disco Back in Black e o vocalista Brian Johnson.

Com as faixas “Hells Bells”, “Shoot to Thrill”, “What Do You Do for Money Honey”, “Giving the Dog a Bone”, “Let Me Put My Love into You”, “Back in Black”, “You Shook Me All Night Long”, “Have a Drink on Me”, “Shake a Leg” e “Rock and Roll Ain’t Noise Pollution” e os agudos de Johnson, o álbum marcou a história da música.

O álbum, produzido por Robert John “Mutt” Lange, foi gravado durante os meses de abril e maio de 1980 nos Compass Point Studios em Nassau, nas Bahamas, e nos Electric Lady Studios, em Nova York. Back in Black, que completa 30 anos, vendeu mais de 50 milhões de cópias, e se tornou o segundo disco mais vendido da história, apenas abaixo de “Thriller” (1982), de Michael Jackson.

Assista aos vídeos de alguns dos maiores sucessos do disco:

You Shook Me All Night Long

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Back in Black

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