Em 2001, eu trabalhava na Presidência da República, e, no meu escritório, havia uma xilogravura muito bonita, com um galo e uma mulher em tons de verde e negro, que sempre me chamava a atenção e tornava os meus dias mais fáceis. Quis saber de quem era aquele trabalho e foi assim que travei conhecimento com a obra do Gilvan Samico, que, na minha opinião, é um dos maiores artistas em atividade no Brasil.
Por essas casualidades do destino, descobri que Samico era vizinho dos meus amigos Vivianne e Joaquim Falcão, no Largo de São Bento, em Olinda. Foi por intermédio deles que comprei o meu primeiro Samico. Hoje, tenho três, mas se pudesse, teria trinta e três.
Na semana passada, em um almoço no Rio de Janeiro, o Sebastião Lacerda, Diretor da Editora Bem-Te-Vi, me contou que está preparando um livro sobre a obra de Samico que incluirá, além das xilogravuras, os óleos que ele pintou – e que eu nunca vi.
Fiquei contente em saber que há trabalhos de Samico que eu ainda não conheço. Deixo a dica sobre a obra e sobre o livro. Espero que gostem.
