BRAVO! - Conteúdo Extrahttp://bravonline.abril.com.br/feed/atom2012-05-18T17:50:35-03:00BRAVO!http://bravo4.abrilm.com.br/imagem/favicon.icoBravo! Cultura no Brasil - Feed Conteúdo ExtraCopyright Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservadoshttp://bravonline.abril.com/materia/dancas-para-bachDanças para Bach2012-05-18T17:50:35-03:00Redação
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A convite do músico Dimos Goudaroulis, seis coreógrafos criaram peças inspiradas nas <em>Seis Suítes para Violoncelo Solo,</em> de Bach. O resultado do processo, que envolveu artistas como Jorge Garcia, Luis Arrieta e Henrique Rodovalho, pode ser visto no espetáculo<em> Logos-Diálogos, </em>que acontece neste mês em São Paulo.<strong> BRAVO!</strong> acompanhou os ensaios de Garcia e Arrieta, que contracena com a bailarina Ana Botafogo em um<em> pas-de-deux</em>.</p>
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Confira o vídeo abaixo:</p>
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Assista a um ensaio do espetáculo <em>Logos-Diálogos</em>, que acontece neste mês em São Paulo2012-05-02T13:31:08-03:00Copyright Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservadosAssista a um ensaio do espetáculo Logos-Diálogos, que acontece neste mês em São PauloTeatro e DançaBRAVO!BRAVO!http://bravonline.abril.com/materia/acumulacaoAcumulação2012-05-09T17:40:44-03:00Redação
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A reportagem de capa da edição de maio, sobre a Feira Internacional de Arte de São Paulo, motivou uma fotografia da artista plástica Flávia Junqueira e do fotógrafo Edouard Fraipont. Convidada por <strong>BRAVO!</strong>, a paulistana reuniu em um só espaço 27 obras que estarão no evento, dando origem a uma nova imagem. A montagem aconteceu na Galeria Baró, em São Paulo. Assista ao vídeo com o <em>making of</em> da produção abaixo, e conheça as peças usadas por Flávia e Edouard <a href="http://bravonline.abril.com.br/flash/sparte" rel="clicanco aqui">clicanco aqui</a></p>
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<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" height="349" width="620"><param name="quality" value="high"/><param name="allowScriptAccess" value="always"/><param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=41851411&server=vimeo.com&show_title=0&show_byline=0&show_portrait=0&color=00adef&fullscreen=1&autoplay=0&loop=0"/><embed allowscriptaccess="always" height="349" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" quality="high" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=41851411&server=vimeo.com&show_title=0&show_byline=0&show_portrait=0&color=00adef&fullscreen=1&autoplay=0&loop=0" type="application/x-shockwave-flash" width="620"/></object></p>
Um vídeo mostra o processo de criação da fotografia feita pelos artistas Flávia Junqueira e Edouard Fraipont para <strong>BRAVO!</strong> de maio, com obras que estarão na SP-Arte2012-05-09T17:40:44-03:00Copyright Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservadosUm vídeo mostra o processo de criação da fotografia feita pelos artistas Flávia Junqueira e Edouard Fraipont para BRAVO! de maio, com obras que estarão na SP-ArteArtes VisuaisBRAVO!BRAVO!http://bravonline.abril.com/materia/prosa-dalem-marProsa d'além mar2012-05-08T18:27:47-03:00Redação
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Uma nova leva de ficcionistas portugueses atravessou o Atlântico para aportar no mercado editorial brasileiro. Entre os autores, todos na faixa dos 40 anos, estão nomes como Gonçalo M. Tavares (que arrancou elogios de José Saramago), Valter Hugo Mãe (sensação na Flip de 2011) e José Luís Peixoto<em> (foto)</em>.</p>
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Veja abaixo um vídeo em que Peixoto lê um trecho de seu mais recente romance, <em>Livro</em>, sobre um casal que teve de se separar durante o regime salazarista.</p>
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O escritor português José Luis Peixoto lê um trecho de <em>Livro</em>, seu novo romance, para as câmeras de <strong>BRAVO!</strong>. Assista ao vídeo2012-05-08T12:49:59-03:00Copyright Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservadosSó no SiteO escritor português José Luis Peixoto lê um trecho de Livro, seu novo romance, para as câmeras de BRAVO!. Assista ao vídeoLiteraturaBRAVO!BRAVO!http://bravonline.abril.com/materia/volta-aos-palcosVolta aos palcos2012-05-07T19:09:04-03:00Redação Bravo!
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Em<em> A Primeira Vista</em>, em cartaz no Rio de Janerito, Drica Moraes e Mariana Lima interpretam duas amigas que formam uma banda chamada Ukeleladies. Com direção de Enrique Diaz, o espetáculo marca o retorno de Drica ao teatro depois de quarto anos. Ouça o depoimento da atriz sobre a montagem.</p>
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<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" height="81" width="100%"><param name="quality" value="high"/><param name="allowScriptAccess" value="always"/><param name="movie" value="https://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F45634370&show_comments=true&auto_play=false&color=ff7700"/><embed allowscriptaccess="always" height="81" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" quality="high" src="https://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F45634370&show_comments=true&auto_play=false&color=ff7700" type="application/x-shockwave-flash" width="100%"/></object></p>
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<em>A Primeira Vista</em>. De Daniel Maclvor. Direção de Enrique Diaz. Com Drica Moraes e Mariana Lima.</p>
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Teatro Poeira (r. São João Batista, 104, Botafogo, RJ, tel. 0++/21/2537-8053)</p>
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Até 17/06. 5ª , 6ª e sáb., às 21h; dom., às19h. De R$ 50 a R$ 70.</p>
Ouça o depoimento da atriz Drica Moraes, que retorna ao teatro depois de quatro anos com a peça<em> A Primeira Vista</em>2012-05-07T18:45:03-03:00Copyright Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservadosSó no SiteOuça o depoimento da atriz Drica Moraes, que retorna ao teatro depois de quatro anos com a peça A Primeira VistaTeatro e DançaBRAVO!BRAVO!http://bravonline.abril.com/materia/uma-versao-decaida-de-bertolucciUma versão decaída de Bertolucci2012-05-04T18:31:32-03:00Paulo Roberto Pires
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Mulher e homem encontram-se por acaso nas ruas de Paris. Em poucas horas, transam em pé, encostados numa cerca. Dali em diante, quando não estão na cama discutem asperamente e dedicam-se à milenar arte de destruição recíproca.</p>
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Sim, caro leitor, você já viu esse filme. E eu também. Por isso, fica difícil não enxergar em <em>Amor e Dor</em> uma versão decaída de<em> O Último Tango em Paris</em>. Com o agravante de o diretor chinês Lou Ye não ser exatamente um Bertolucci e, desnecessário dizer, o par formado pela chinesa Corinne Yam<em> (Hua</em>) e pelo francês Tahar Rahim<em> (Mathieu)</em> não lembrar, em nenhum aspecto, Maria Schneider e Marlon Brando.</p>
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Proibido de filmar em seu país desde o lançamento, em 2006, de <em>Palácio de Verão</em>, Lou Ye escolheu como parceiro de sua estreia no Ocidente outro perseguido pelo regime chinês, o escritor Jie Liu-Falin, autor de <em>Bitch </em>(“Vagabunda”, numa tradução mais polida), romance no qual o filme se baseia. A ideia de exílio multiplica-se, assim, além da trama envolvendo uma tradutora chinesa que, abandonada por um namorado francês, engata o romance tórrido com um operário de origem árabe que pratica pequenos delitos.</p>
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<strong>Falta substância e sobra pretensão</strong></p>
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Tudo em <em>Amor e Dor</em> é cuidadosamente pensado para causar desconforto – o que acaba acontecendo, mas não necessariamente pelos melhores motivos. A fotografia é suja, a montagem nervosa e os protagonistas irritantes por sua simplificação: Mathieu é ostensivamente machista e chantagista, chora que nem criança e acredita candidamente que mulher não presta; Hua, a chinesa, é dissimuladamente manipuladora e tem o misterioso dom de encantar os homens que dela se aproximam.</p>
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O que falta à trama em substância sobra em pretensão. Pois é evidente que diretor e roteirista querem imprimir conotações políticas e filosóficas aos desencontros do casal. Além das óbvias referências à situação da China – em dado momento Hua volta ao país para servir de intérprete a um documentário sobre democratização – o filme roça na marginalização dos imigrantes na França, didatizada quando se descobre que Mathieu é casado com uma mulher de Ruanda sob o pretexto de mantê-la legalmente no país.</p>
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<em>Amor e Dor </em>parece estar, o tempo todo, insurgindo-se contra algo que não fica bem claro ou definido. Lou Ye tem, é claro, motivos de sobra para conceber o cinema como uma forma de enfrentamento político. Mas todos sabemos que nunca se fez filme para valer com uma ideia na cabeça e uma câmera na mão – ainda mais quando a ideia não é clara e a câmera, hesitante.</p>
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<strong>PAULO ROBERTO PIRES</strong><em> é jornalista e escritor, autor dos romances</em> Do Amor Ausente<em> e</em> Se um de Nós Dois Morrer.</p>
Em<em> Amor e Dor</em>, o diretor chinês Lou Ye aproxima-se de<em> O Último Tango em Paris</em> com um casal dedicado à arte milenar de destruição recíproca2012-05-04T18:30:25-03:00Copyright Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservadosEm Amor e Dor, o diretor chinês Lou Ye aproxima-se de O Último Tango em Paris com um casal dedicado à arte milenar de destruição recíprocaCinemaBRAVO!BRAVO!http://bravonline.abril.com/materia/retratos-pessoais-de-uma-longa-viagemRetratos Da Ditadura2012-05-04T16:23:39-03:00Lúcia Murat
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O documentário <em>Uma Longa Viagem</em> trata do regime militar sob uma perspectiva íntima. A diretora Lúcia Murat mostra como sua família viveu o período político iniciado em 1964 - ela foi para a prisão, enquanto seu irmão caçula, Heitor, dava a volta ao mundo, mergulhado na contracultura. A cineasta selecionou fotografias do seu arquivo pessoal tiradas na época, além de registros das filmagens. Veja as imagens e leia as histórias que Lúcia conta sobre cada uma delas acima.</p>
O filme <em>Uma Longa Viagem</em> trata do regime militar sob uma perspectiva íntima. A diretora Lúcia Murat mostra como sua família viveu o período político iniciado em 19642012-05-03T18:42:00-03:00Copyright Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservadosSó no SiteO filme Uma Longa Viagem trata do regime militar sob uma perspectiva íntima. A diretora Lúcia Murat mostra como sua família viveu o período político iniciado em 1964CinemaBRAVO!BRAVO!http://bravonline.abril.com/materia/24-horas-ininterruptas24 horas ininterruptas2012-05-04T13:33:25-03:00Redação Bravo!
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Nos dias 5 e 6 de maio, São Paulo sedia a 8ª edição da Virada Cultural. A equipe de <strong>BRAVO!</strong> preparou alguns roteiros para o evento. Confira abaixo as dicas e sugestões do crítico de música José Flávio Jr, da estagiária de texto Ana Laura Malmaceda e da colaboradora Lúcia Monteiro.</p>
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<strong>José Flávio Júnior</strong></p>
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<strong>Lúcia Monteiro</strong></p>
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<strong>Ana Laura Malmaceda</strong></p>
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Confira a programação completa, os horários e os palcos no site oficial da <a href="http://www.viradacultural.org/programacao" rel="Virada Cultural">Virada Cultural</a></p>
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Nos dias 5 e 6 de maio, São Paulo sedia a 8ª edição da Virada Cultural. A equipe de <strong>BRAVO!</strong> preparou alguns roteiros para o evento. Confira abaixo2012-05-02T20:21:34-03:00Copyright Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservadosSó no SiteNos dias 5 e 6 de maio, São Paulo sedia a 8ª edição da Virada Cultural. A equipe de BRAVO! preparou alguns roteiros para o evento. Confira abaixoEspecialBRAVO!BRAVO!http://bravonline.abril.com/materia/herois-da-resistenciaHeróis da Resistência2012-04-24T20:29:57-03:00José Flávio Jr
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Poucas testemunhas estavam no Chevrolet Hall às 2h20 da madrugada de domingo para segunda, quando o incendiário grupo português Buraka Som Sistema finalizou seu último kuduro, colocando um belíssimo ponto final na 20ª edição do Abril pro Rock. Sob forte concorrência das turnês de Paul McCartney e Chico Buarque, que ocorreram no Recife no mesmo fim de semana, o festival pernambucano, decano dos independentes, só teve público volumoso mesmo na sexta-feira, o primeiro dia. Pudera. O Los Hermanos escolheu voltar à estrada lá, no evento que possibilitou que a banda assinasse seu primeiro contrato com gravadora, em 1999. Cerca de 15 mil pessoas urraram com o repertório dos cariocas, composto por 30 canções, sendo quatro delas boas surpresas: duas inéditas ainda sem nomes escritas por Rodrigo Amarante e duas da carreira solo de Marcelo Camelo – no dia seguinte, era curioso procurar na internet pelos vídeos das inéditas e encontrar gente postando as de Camelo como se fossem novas, sinal de que boa parte dos fãs dos Hermanos ignora o momento solo do autor de Anna Júlia (aliás, essa não rolou e foi pouco pedida, como de praxe). Levando em conta o alto astral da banda no palco, todos altinhos pelo significativo consumo de álcool no camarim, o saldo foi positivo para o início desse giro de reencontro com os fãs, ainda que a banda tenha evitado maiores contatos com seus saudosos seguidores. A equipe de 32 pessoas (com direito a fotógrafa e DJ oficiais) seguiu para Fortaleza protegida por um esquema que lembrava bandas gringas de primeiro escalão.</p>
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Amarante pediu do palco que as pessoas voltassem aos outros dias de festival e prestigiassem as bandas menos conhecidas. Quase em vão. Um terço do público deu as caras no sábado, o dispensável “dia do metal”, para ver bons shows dos endiabrados mexicanos do Brujeria, do duo paulistano Test (que fez o show no chão da casa de espetáculos, no meio dos “camisas-pretas”) e de um monte de outras bandas que não merecem menção especial. O dia de festival que realmente interessava era o domingo, quando o lendário organizador Paulo André e seus parceiros encadearam uma sequência com os indies americanos do Nada Surf, o “pimpado” Mundo Livre S/A, o coletivo de afrobeat Antibalas, o sempre lesado Otto e o Buraka, que se apresentou com dois bateristas “descendo a mão”.</p>
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Um encadeamento desse nível só é possível no Abril, que não se importa em torrar uma grana preta para trazer os nova-iorquinos da Antibalas (12 pessoas em cima do palco, fazendo o melhor show do festival, com direito à matadora Indictment no encerramento, música que não rolou nas duas apresentações paulistanas) para manter a chama do festival acesa. Tudo bem, o fanatismo dos fãs dos Hermanos ajudou a organização a viabilizar essa extravagância. Mas, mesmo assim, justificou a existência e a resistência do APR por duas décadas, ensinando a plateia pernambucana a pagar pelo ingresso, revelando artistas nacionais como o Test (que não é Chico Science, revelado na primeira edição, mas também ousa no formato e atiça a audiência) e fazendo um serviço que os meios oficiais de comunicação têm abdicado sem pudor algum: celebrar a música diferente. Parabéns, novo adulto!</p>
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<em>José Flávio Jr é jornalista.</em></p>
Em sua 20ª edição, Abril Pro Rock é palco da volta dos Los Hermanos e ratifica sua força na música independente2012-04-24T20:27:14-03:00Copyright Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservadosEm sua 20ª edição, Abril Pro Rock é palco da volta dos Los Hermanos e ratifica sua força na música independenteMúsicaBRAVO!BRAVO!http://bravonline.abril.com/materia/o-prazer-da-forma-e-das-ideiasO prazer da forma e das ideias2012-04-24T13:02:12-03:00Valmir Santos
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Em 1988, quando Antonio Fagundes ousou protagonizar a adaptação teatral de <em>Fragmentos de um Discurso Amoroso</em> – livro do pensador francês Roland Barthes –, parte da crítica achou a empreitada muito “intelectual” para o público atraído pelo carisma do ator na TV e no cinema.</p>
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Em <em>Vermelho</em>, seu novo espetáculo em cartaz no Teatro Geo, em São Paulo, Fagundes volta a investir alto na inteligência e sensibilidade do espectador.</p>
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O texto do norte-americano John Logan é um elogio ao prazer vindo do debate de ideias e das formas. Na Nova York do final dos anos 50, o pintor russo Mark Rothko (1903-1970), vivido por Fagundes, trabalha sob encomenda numa série de murais para um festejado restaurante da cidade. A chegada ao ateliê de um jovem assistente, Ken, interpretado por Bruno Fagundes, o levará a refletir sobre o bem remunerado contrato assinado para expor suas pinturas a comensais que não lhes darão a menor bola.</p>
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O relacionamento de Rothko com o aprendiz dosa teorias da arte e da filosofia ao retratar conflitos de geração e entre artista e sociedade. A filiação dos atores, evidentemente, acrescenta mais dramaticidade à versão brasileira da obra montada e premiada nos Estados Unidos e na Inglaterra.</p>
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<strong>Cores dramáticas</strong></p>
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Fagundes é hábil no humor bipolar do pintor, humanizando-o em sua integridade criativa e avessa à voracidade dos negócios da arte. Bruno ganha mais presença e voz ao longo do espetáculo, justo nos embates diretos com o mestre.</p>
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A direção e o desenho cenográfico de Jorge Takla valorizam essa intimidade explosiva na escala monumental do pé-direito do Geo. As telas de Rothko, reproduzidas e suspensas nesse belo palco recém-inaugurado na cidade, transportam o olhar para o infinito.</p>
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<em>*Valmir Santos é jornalista e pesquisador de teatro</em></p>
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<strong>Serviço</strong></p>
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<em>Vermelho</em>, de John Logan.</p>
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Direção de Jorge Takla. Com Antonio Fagundes e Bruno Fagundes.</p>
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Teatro Geo (r. Coropés, 88, Pinheiros, SP, tel. 0++/11/3728-4930).</p>
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Até 29/7. 5ª e sáb., às 21h; 6ª, às 21h30; dom., às 18h.</p>
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De R$ 100 a R$ 120.</p>
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Em <em>Vermelho</em>, o ator Antonio Fagundes vive o pintor russo Rothko e investe alto na inteligência do espectador2012-04-24T13:02:13-03:00Copyright Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservadosEm Vermelho, o ator Antonio Fagundes vive o pintor russo Rothko e investe alto na inteligência do espectadorTeatro e DançaBRAVO!BRAVO!http://bravonline.abril.com/materia/de-olho-no-principeDe Olho no Príncipe2012-04-16T18:04:39-03:00Paula Nadal
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No intervalo da ópera duas senhoras conversam: “Você viu? Eu achei isso tudo muito estranho. O príncipe é uma mulher!”. E a outra: “Ah, mas as vozes são bonitas, você não achou?”. “Eu achei, mas o príncipe é uma mulher!”, retrucou inconformada.</p>
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A ópera era <em>Cendrillon</em> – para nós, <em>Cinderela</em> –, de Jules Massenet (1842-1912) e, para a surpresa das senhoras na plateia, a Royal Opera House tratou de fazer uma montagem que seguisse as recomendações do original, com libreto de Henri Cain: nesta ópera cômica, o<em> Prince charmant</em> deveria ser interpretado por uma soprano com sentimento. E a mezzo, Alice Coote, destacou-se tanto pela belíssima voz, quanto pela virilidade que demonstrou no papel.</p>
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A exibição de espetáculos das maiores casas de ópera do mundo – como o Metropolitan Opera House, de Nova York, ou a Royal Opera inglesa, em questão – já não é novidade em muitas salas de cinema brasileiras. E a iniciativa tem méritos: o som e a imagem são excelentes. Além disso, as telonas ajudam a socorrer os amantes de ópera em tempos de vacas magras nas temporadas dos teatros, contribuem para a formação de público e, quiçá, para a ampliação do repertório dos ouvintes – <em>Cendrillon</em>, por exemplo, não é muito encenada.</p>
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Não se pode, contudo, ir à ópera em um cinema e esperar a mesma intensidade da experiência ao vivo. E isso não significa que a tela propicie uma experiência menor. Ela só é completamente diferente. E embora olhar bem de perto as feições do príncipe que é uma “moça” cause estranheza (ou desapontamento, no caso da senhora), pode-se acompanhar toda a história com legendas em português. Também se notam detalhes do cenário inteligentíssimo de Barbara de Limburg, que reproduz as páginas do conto de fadas. E ainda vemos os músicos da orquestra regida por Bertrand de Billy e a magnífica expressividade da contralto polonesa Ewa Podlés, intérprete da madrasta, que rouba a cena em vários momentos.</p>
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Vale experimentar!</p>
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<strong>SERVIÇO | ROYAL OPERA HOUSE NOS CINEMAS</strong></p>
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<em>Cendrillon</em>, 19 de abril</p>
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<em>Rigoletto</em>, 17 de abril (ao vivo)</p>
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<em>Così Fan Tutte</em>, 19 de abril e 3 de maio</p>
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<em>Il Trittico</em>, 26, 27 e 29 de maio</p>
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<em>Macbeth</em>, 26, 27 e 29 de maio</p>
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Ingressos: R$ 60</p>
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Mais informações sobre os horários e cinemas participantes <a href="http://www.cinemark.com.br/royal-opera-house" rel="aqui" target="_blank">aqui</a>.</p>
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Assistir a uma ópera no cinema pode desviar o foco de atenção – da música à "cara" dos intérpretes. Mas a experiência tem, sim, boas vantagens2012-04-16T18:04:39-03:00Copyright Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservadosAssistir a uma ópera no cinema pode desviar o foco de atenção – da música à "cara" dos intérpretes. Mas a experiência tem, sim, boas vantagensMúsicaBRAVO!BRAVO!http://bravonline.abril.com/materia/arte-no-pao-de-formagtArte no pão de forma: dia 62012-04-13T15:57:56-03:00Redação
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Em uma tarde, a norte-americana Brittany Powell fez dez sanduíches que homenageiam a obra de artistas consagrados, como o britânico Damien Hirst e o norte-americano Jackson Pollock. Inspirada por esse trabalho, a redação deBRAVO!fará o mesmo durante uma semana.</p>
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<img src="http://imgms.bravonline.abril.com.br/85/renan1.jpg" alt="renan1"/></p>
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Acima, o sanduíche do estagiário de arte Renan Goulart e a capa do disco The Beatles, da banda britânica, também conhecido como “O Álbum Branco”, de 1968.</p>
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Veja o projeto da artista<a href="http://lowcommitmentprojects.com/2012/01/02/sandwich-artist/" rel="aqui">aqui</a></p>
Veja os lanches feitos pela redação de BRAVO!2012-04-12T14:13:21-03:00Copyright Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservadosEdição 176 - Abril 2011Veja os lanches feitos pela redação de BRAVO!Artes VisuaisBRAVO!BRAVO!http://bravonline.abril.com/materia/arte-no-pao-de-forma-dia-5Arte no Pão de Forma - Dia 52012-04-11T13:22:09-03:00Redação
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Em uma tarde, a norte-americana Brittany Powell fez dez sanduíches que homenageiam a obra de artistas consagrados, como o britânico Damien Hirst e o norte-americano Jackson Pollock. Inspirada por esse trabalho, a redação de<strong> BRAVO!</strong> fará o mesmo durante uma semana.</p>
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A editora Gisele Kato montou o quinto da série. Com pão australiano e açúcar, ela reproduziu a intervenção <em>Spiral Jetty</em> (<em>Pier</em> ou<em> Cais em Espiral</em>), do norte-americano Robert Smithson. A obra original foi realizada na década de 1970, no Grande Lago Salgado, em Utah, nos Estados Unidos.</p>
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<img src="http://imgms.bravonline.abril.com.br/85/gikato.jpg" alt="gikato"/></p>
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Veja o projeto da artista <a href="http://lowcommitmentprojects.com/2012/01/02/sandwich-artist/" rel="aqui" target="_blank">aqui</a></p>
Veja os lanches feitos pela redação de BRAVO!2012-04-11T13:21:21-03:00Copyright Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservadosEdição 176 - Abril 2011Veja os lanches feitos pela redação de BRAVO!Artes VisuaisBRAVO!BRAVO!http://bravonline.abril.com/materia/arte-no-pao-de-forma-dia-4Arte no Pão de Forma - Dia 42012-04-10T13:19:41-03:00Redação
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Em uma tarde, a norte-americana Brittany Powell produziu dez sanduíches que homenageiam a obra de artistas consagrados, como o britânico Damien Hirst e o norte-americano Jackson Pollock. Inspirada por esse trabalho, a redação de <strong>BRAVO!</strong> fará o mesmo durante uma semana.</p>
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O quarto da série foi produzido pela editora-assistente Mariana Delfini. O cream cheese com a barata - de plástico, claro - remetem ao trecho do livro <em>A Paixão Segundo GH</em>, de Clarice Lispector.</p>
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<img src="http://imgms.bravonline.abril.com.br/85/mariana.jpg" alt="mariana"/></p>
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Veja o projeto da artista <a href="http://lowcommitmentprojects.com/2012/01/02/sandwich-artist/" rel="aqui" target="_blank">aqui</a></p>
Veja os lanches feitos pela redação de<strong> BRAVO!</strong>2012-04-10T12:51:31-03:00Copyright Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservadosEdição 176 - Abril 2011Veja os lanches feitos pela redação de BRAVO!Artes VisuaisBRAVO!BRAVO!http://bravonline.abril.com/materia/arte-no-pao-de-forma-dia-3Arte no Pão de Fôrma - Dia 32012-04-09T12:25:07-03:00Redação
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Em uma tarde, a norte-americana Brittany Powell produziu dez sanduíches que homenageiam a obra de artistas consagrados, como o britânico Damien Hirst e o norte-americano Jackson Pollock. Inspirada por esse trabalho, a redação de <strong>BRAVO!</strong> fará o mesmo durante uma semana.</p>
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O terceiro da série foi produzido pelo estagiário de arte Renan Goulart. Com cream cheese e uma banana, ele reproduziu a capa do disco antológico <em>The Velvet Underground & Nico</em>, da banda norte-americana The Velvet Underground, assinada pelo artista Andy Warhol.</p>
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<img src="http://imgms.bravonline.abril.com.br/85/renan2.jpg" alt="renan2"/></p>
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Veja o projeto da artista <a href="http://lowcommitmentprojects.com/2012/01/02/sandwich-artist/" rel="aqui" target="_blank">aqui</a></p>
Veja os lanches feitos pela redação de <strong>BRAVO!</strong>2012-04-09T12:25:07-03:00Copyright Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservadosEdição 176 - Abril 2011Veja os lanches feitos pela redação de BRAVO!Artes VisuaisBRAVO!BRAVO!http://bravonline.abril.com/materia/troca-de-experienciasTroca de Experiências2012-04-05T17:50:54-03:00Redação
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Novo trabalho do diretor paulistano Cao Hamburger <em>(à esq.)</em><em>, Xingu</em> mostra o contato dos irmãos Villas Bôas com os povos indígenas em suas expedições pelo Brasil Central. A convite de <strong>BRAVO!</strong>, Luiz Bolognesi <em>(à dir.)</em>, roteirista de <em>Terra Vermelha</em> - longa-metragem que narra o embate entre índios guaranis-kaiowás e fazendeiros do Centro-Oeste -, assistiu ao filme de Cao.</p>
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Confira a conversa entre os dois cineastas.</p>
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Veja o bate-papo do diretor Cao Hamburger com o roteirista de <em>Terra Vermelha</em>, Luiz Bolognesi2012-04-05T17:50:55-03:00Copyright Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservadosEdição 176 - Abril 2011Veja o bate-papo do diretor Cao Hamburger com o roteirista de Terra Vermelha, Luiz BolognesiCinemaBRAVO!BRAVO!http://bravonline.abril.com/materia/arte-no-pao-de-formaArte no Pão de Fôrma2012-04-03T18:51:24-03:00Redação
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Em uma tarde, a norte-americana Brittany Powell produziu dez sanduíches que homenageiam a obra de artistas consagrados, como o britânico Damien Hirst e o norte-americano Jackson Pollock. Inspirada por esse trabalho, a redação de <strong>BRAVO!</strong> fará o mesmo durante uma semana.</p>
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O primeiro da série é da repórter Barbara Heckler. Com mostarda e canela em pau, ela reproduziu a capa do disco <em>Circuladô Vivo</em>, do cantor Caetano Veloso. A ilustração original foi assinada por Helio Eichbauer e Arthur Fróes, em 1992.</p>
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Veja o projeto da artista em <a href="http://lowcommitmentprojects.com/2012/01/02/sandwich-artist/" rel="http://lowcommitmentprojects.com/2012/01/02/sandwich-artist/" target="_blank">http://lowcommitmentprojects.com/2012/01/02/sandwich-artist/</a></p>
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Veja os lanches feitos pela redação de <strong>BRAVO! </strong>2012-04-03T17:51:45-03:00Copyright Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservadosEdição 176 - Abril 2011Veja os lanches feitos pela redação de BRAVO! Artes VisuaisBRAVO!BRAVO!http://bravonline.abril.com/materia/cancoes-e-satirasCanções e Sátiras2012-04-03T12:15:00-03:00Redação
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Neste mês, o intérprete e compositor <strong>Zeca Baleiro</strong> <em>(foto)</em> lança seu mais recente trabalho, <em>O Disco do Ano</em>. No álbum, o artista maranhense abusa de sua ironia habitual para alfinetar a crítica, zombar de colegas músicos e até provocar o público.</p>
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Assista ao vídeo em que Zeca aparece cantando <em>Mamãe no Face</em>, uma das mais ácidas e engraçadas faixas do CD.</p>
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Assista ao vídeo do cantor tocando uma faixa do seu novo disco especialmente para <strong>BRAVO!</strong> 2012-04-03T12:15:00-03:00Copyright Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservadosEdição 176 - Abril 2011Assista ao vídeo do cantor tocando uma faixa do seu novo disco especialmente para BRAVO!MúsicaBRAVO!BRAVO!http://bravonline.abril.com/materia/afinidade-antiga-gabyAfinidade antiga2012-04-02T18:10:23-03:00Redação
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O produtor Carlos Eduardo Miranda conheceu a paraense Gaby Amarantos em 2004, durante um festival de música em Belém. Desde então tornaram-se amigos e parceiros de trabalho. O resultado é o disco <em>Treme</em>, primeiro álbum solo da cantora. Acompanhe uma entrevista de Miranda sobre a sua relação com a artista.</p>
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O produtor Carlos Miranda fala sobre o a transição artística de Gaby Amarantos2012-04-02T18:10:23-03:00Copyright Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservadosO produtor Carlos Miranda fala sobre o a transição artística de Gaby AmarantosMúsicaBRAVO!BRAVO!http://bravonline.abril.com/materia/banho-de-guaceBanho de guache em Antonio Fagundes2012-04-02T16:11:19-03:00Redação
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Na peça <em>Vermelho</em>, em cartaz em São Paulo, o ator Antonio Fagundes vive o pintor Mark Rothko, um dos ícones do expressionismo abstrato. A história se passa pelo final dos anos 50. Nascido em 1903, na Letônia, o artista se suicidou em 1970. Para produzir a imagem de capa, a equipe de <strong>BRAVO!</strong> jogou tinta no rosto de Fagundes.</p>
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Assista ao <em>making of </em>da foto que estampa a capa da edição de abril de <strong>BRAVO!</strong>2012-04-02T16:11:19-03:00Copyright Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservadosAssista ao making of da foto que estampa a capa da edição de abril de BRAVO!Teatro e DançaBRAVO!BRAVO!http://bravonline.abril.com/materia/duas-ruasDuas Ruas2012-03-08T12:51:12-03:00Redação
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Na rua do Triunfo, na região central de São Paulo conhecida como cracolândia, é possível ser transportado no tempo. A peça<em>Cine Camaleão - A Boca do Lixo</em>, da Companhia Pessoal do Faroeste, leva seu público para a mesma rua de 40 anos atrás, quando ainda era apelidada de Boca do Lixo, uma mistura de pólo cinematográfico com o reduto da marginalidade paulistana. Na trama, a atriz Mel Lisboa interpreta a cantora pop Wanda Scarlatti, que decide financiar um filme de faroeste para protagonizar a primeira cena de sexo explícito do cinema brasileiro.O espetáculo, indicado a importantes prêmios de teatro, mostra uma rua do Triunfo envolta em glamour – ainda que o endereço real não tenha sido tão onírico em sua época de Boca do Lixo, entre as décadas de 1970 e 80, nem o seja hoje.</p>
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Para conhecer melhor o local, assista abaixo a dois vídeos sobre a antiga Boca do Lixo: o primeiro, um curta-metragem documental intitulado<em>Uma </em><em>R</em><em>ua </em><em>C</em><em>hamada Triumpho</em>, do diretor Ozualdo Candeias, retrata as pessoas que por lá circulavam na década de 70. A segunda, um teaser da peça do Grupo Pessoal do Faroeste, mostra algumas cenas da montagem.</p>
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<em>Uma Rua Chamada Triumpho</em></p>
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<em>Cine Camaleão - A Boca do Lixo</em></p>
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<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" height="315" width="560"><param name="quality" value="high"/><param name="allowScriptAccess" value="always"/><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/MtVZFOFufp4?version=3&hl=pt_BR"/><embed allowscriptaccess="always" height="315" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" quality="high" src="http://www.youtube.com/v/MtVZFOFufp4?version=3&hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" width="560"/></object></p>
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Leia a matéria<em>Sobre Derrocadas e Triunfos</em>na edição de março/175.</p>
A peça <em>Cine Camaleão - A Boca do Lixo</em> leva o espectador à Rua do Trifunfo dos anos 602012-03-07T19:20:09-03:00Copyright Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservadosA peça Cine Camaleão - A Boca do Lixo leva o espectador à Rua do Trifunfo dos anos 60Teatro e DançaBRAVO!BRAVO!http://bravonline.abril.com/materia/poemas-de-padre-danielPoesia como passatempo2012-03-07T13:06:49-03:00Redação
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Aos 95 anos, Daniel Lima figura hoje como um dos grandes nomes da poesia brasileira, após seu livro <em>Poemas </em>ter ganhado o prêmio da Fundação Biblioteca Nacional como o melhor de 2011 na categoria poesia. Padre secular, o pernambucano escreve desde os 18 anos, época em que estudou nos seminários de João Pessoa (PB) e de Timbaúba (PE). Leia abaixo alguns dos poemas do autor, que considera a literatura um simples passatempo.</p>
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<em>Leia reportagem Uma Tarde Com...Daniel Lima na edição de março /175</em></p>
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<strong>CONSELHINHOS </strong><em>(Poemas, pág. 33)</em></p>
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Não vence o maior, o ingente,</p>
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mas o modesto, e sem rixa,</p>
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que aguarda a hora, paciente,</p>
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de dinossauro potente</p>
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transmutar-se em lagartixa.</p>
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A vida, deixa-a que, incerta</p>
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viva por ti certas horas,</p>
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Confia, que, na hora certa,</p>
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ela te ajusta e te acerta,</p>
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faz, dos ocasos, auroras.</p>
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Não deixes que nada impeça</p>
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a tua realização</p>
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que em ti finda em ti começa:</p>
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és tu a tua promessa,</p>
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és tu mesmo a solução.</p>
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E tens de andar adoidado</p>
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sem nunca dormir em pé</p>
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e nada de olhar de lado,</p>
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pois quando fica parado</p>
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vira bolsa o jacaré.</p>
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Não durmas dizendo: “Agora</p>
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detém-te, vida, onde estás!</p>
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Daqui não vou mais embora!”</p>
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Pois, a partir dessa hora,</p>
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mais do que morto estarás.</p>
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** <em>(Poemas, pág. 75)</em></p>
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Nada será jogado no vazio.</p>
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Nem mesmo o vazio da vida,</p>
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porque é vida.</p>
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Nem mesmo o gesto inútil,</p>
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pois-que é gesto.</p>
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Nem mesmo o que não chegou a realizar-se,</p>
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pois-que é possível.</p>
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Nem mesmo ainda o que jamais se realizará,</p>
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porque é promessa.</p>
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E o próprio impossível</p>
<p>
é vontade absurda de existir.</p>
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E nisso existe.</p>
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** <em>(Poemas, pág. 93)</em></p>
<p>
Eu sou a metáfora de mim.</p>
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Por isto, quando eu morrer,</p>
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morrerá meu poema.</p>
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Restarão apenas palavras sem sentido,</p>
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formas tornadas vãs de um mistério</p>
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cuja chave perdida para sempre</p>
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no silêncio da morte</p>
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ninguém encontrará.</p>
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<p>
** <em>(Poemas, pág. 125)</em></p>
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Vamos brincar de roda,</p>
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que a vida só começa amanhã</p>
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depois que o jornaleiro vier.</p>
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 </p>
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Vamos assobiar a valsa do Mefisto</p>
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e ligar a televisão</p>
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antes que a vida comece</p>
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e os senhores do mundo joguem bombas</p>
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nas nossas ilusões.</p>
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Vamos ligar a televisão</p>
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que a vida só começará depois das nove.</p>
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Até lá, meus amigos,</p>
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vamos fazer de conta.</p>
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Faz de conta que a vida</p>
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faz de conta.</p>
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** <em>(Poemas, pág. 150)</em></p>
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Não é o mar que amo,</p>
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é o infinito que ele sugere,</p>
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são as paixões que lembra</p>
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é a força que suscita</p>
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- é isto que amo no mar,</p>
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não o mar, mas o que ele representa,</p>
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a paisagem interior aonde ele aponta,</p>
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o mar em mim, as águas reprimidas</p>
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no coração mais dentro.</p>
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** <em>(Poemas, pág. 184)</em></p>
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O tema do palhaço me persegue.</p>
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talvez mais do que o tema: sou palhaço.</p>
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Amigos, escutai-me:</p>
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sois meu circo.</p>
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Discurso para vós em cambalhotas:</p>
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aplaudi-me.</p>
Leia alguns versos de Daniel Lima, para quem escrever é uma circunstância2012-03-05T17:53:16-03:00Copyright Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservadosLeia alguns versos de Daniel Lima, para quem escrever é uma circunstânciaPrimeira FilaBRAVO!BRAVO!http://bravonline.abril.com/materia/metamorfose-ambulanteMetamorfose Ambulante2012-03-02T17:44:50-03:00Redação
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O cantor recifense acaba de ancorar na capital paulistana. A mudança não foi só geográfica. No novo disco, <em>Avante</em>, Siba deixa a rabeca de lado e adere à guitarra, depois de vinte anos imerso em ritmos mais tradicionais como o maracatu, a ciranda, entre outros.</p>
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Leia o breve questionário que elaboramos para o compositor, ex-líder da Fuloresta do Samba e do Mestre Ambrósio:</p>
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<strong>Você acaba de voltar para São Paulo depois de um longo período em Nazaré. De que forma essa mudança refletiu em seu trabalho?</strong></p>
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Não dá para desassociar os dois fatos. Tudo vem junto para mim: a vida, o que estou fazendo no momento, onde moro e com quem trabalho. Embora o senso comum possa apontar para um álbum mais elétrico, pelo fato de eu estar em São Paulo, o que acontece é o contrário. As mudanças da minha música e da minha concepção como artista me trouxeram pra cá. Além de eu gostar demais da cidade e também ter todos meus amigos aqui, o estilo de vida de São Paulo me agrada muito. Tudo isso junto me trouxe de volta.</p>
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<strong>Você disse que em Nazaré a música não era só um produto, era vivida e criada no dia-a-dia. Tem algum lugar em São Paulo onde você se inspira ou cria? </strong></p>
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A inspiração relacionada a algum lugar não é, para mim, determinante. O que existe é uma relação de confluência entre o momento, o tempo e o espaço onde você está. Ela pode ou não criar uma situação que de alguma forma ilumine o seu processo criativo. A cidade de São Paulo me abre muitas portas profissionais e é um lugar que me possibilita um tipo de vida pessoal muito agradável e confortável. Por isso me inspiro aqui. Além do que, um lugar que essencialmente tem que me estimular sempre – e eu cuido para que seja assim – é a minha casa. Onde quer que ela esteja, é a principal fonte.</p>
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<strong>Quando saiu do Nordeste, você se questionava que artista era e que tipo de música queria. Hoje essas questões já foram respondidas?</strong></p>
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Elas estão sempre na mesa, são as primeiras questões que tento me colocar. Nunca vão ser completamente respondidas, pelo menos espero, pois é isso que faz com que eu consiga me movimentar de tempos em tempos. No momento, a resposta é o meu trabalho, principalmente o show, que acontece a partir do disco, da sua concepção, e que vai ter uma vida de alguns anos. A partir disso, as questões se renovam, surge a busca para um novo momento que virá num futuro próximo.</p>
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<strong>Ulisses foi o primeiro herói do seu filho. Qual foi o seu primeiro herói?</strong></p>
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Pergunta difícil. Não sei exatamente, talvez o meu avô, um senhor que eu e a família inteira admirávamos muito. Era um tipo de herói distante, um agricultor de setenta anos na época. O que tenho certeza é de que ele e meu pai foram os primeiros. Agora, o de fantasia talvez o Lampião, porque era uma figura do imaginário heroico do ambiente em que eu vivia.</p>
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<strong>Tem algum fã, alguém que você saiba que gosta da sua música, e que você admire também? </strong></p>
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Complicado, pois vou ter que dizer que alguém é meu fã, uma posição meio curiosa. O que posso dizer é que a Céu assumidamente admira meu trabalho e que é uma pessoa que admiro muito no cenário atual da música brasileira.</p>
O músico Siba responde a cinco perguntas sobre a nova fase de seu trabalho2012-03-02T17:44:50-03:00Copyright Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservadosO músico Siba responde a cinco perguntas sobre a nova fase de seu trabalhoMúsicaBRAVO!BRAVO!http://bravonline.abril.com/materia/artista-visceralArtista Visceral2012-03-02T13:09:05-03:00Redação
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Berna Reale ficou conhecida pela performance <em>Quando todos Calam</em>, de 2009, em que se deitou na frente do mercado Ver-o-Peso, em Belém, coberta com carne crua e envolta por urubus. Fotos desse e de outros trabalhos da paraense integram o programa Rumos Artes Visuais, do Itaú Cultural, em cartaz em São Paulo. Veja o vídeo de uma de suas obras.</p>
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<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" height="338" width="600"><param name="quality" value="high"/><param name="allowScriptAccess" value="always"/><param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=37678937&server=vimeo.com&show_title=0&show_byline=0&show_portrait=0&color=00adef&fullscreen=1&autoplay=1&loop=0"/><embed allowscriptaccess="always" height="338" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" quality="high" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=37678937&server=vimeo.com&show_title=0&show_byline=0&show_portrait=0&color=00adef&fullscreen=1&autoplay=1&loop=0" type="application/x-shockwave-flash" width="600"/></object></p>
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Leia a matéria sobre a performer Berna Reale na edição de março/175.</p>
Conheças as performances da artista paraense Berna Reale, destaque da seção Nossa Aposta deste mês2012-03-02T13:09:05-03:00Copyright Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservadosConheças as performances da artista paraense Berna Reale, destaque da seção Nossa Aposta deste mêsPrimeira FilaBRAVO!BRAVO!http://bravonline.abril.com/materia/lygia-papeLygia Pape ganha retrospectiva em São Paulo2012-02-28T18:22:26-03:00Redação
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A artista Lygia Pape seguiu o lema de sua época: a experimentação. Um dos principais nomes da arte contemporânea no país, a fluminense destacou-se nos anos 1950 junto ao coletivo de artistas Grupo Frente, pioneiro do neoconcretismo brasileiro. Suas criações, no entanto, transitaram em outras formas e linguagens, como o cinema.</p>
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Sua vasta e versátil obra – que conta com pinturas, relevos, xilogravuras e ações performáticas – será apresentada em São Paulo a partir de março, na Estação Pinacoteca.</p>
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Confira acima uma galeria de imagens das obras que estarão expostas na mostra.</p>
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<strong>Serviço</strong></p>
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<em>Lygia Pape – Espaço Imantado.</em>Estação Pinacoteca(lgo. General Osório, 66, São Paulo, SP.Tel. 0++/11/3335-4990) de 17/03 a 13/5. De 3ª a domingo, das 120h às 18h</p>
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Leia crítica<em>A Mais Radical da Turma</em>sobre a exposição de Lygia Pape na edição de março/175.</p>
Mostra “Espaço Imantado” reúne cerca de 200 obras da artista fluminense em São Paulo2012-02-28T18:22:26-03:00Copyright Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservadosMostra “Espaço Imantado” reúne cerca de 200 obras da artista fluminense em São PauloArtes VisuaisBRAVO!BRAVO!http://bravonline.abril.com/materia/letras-e-tracosLetras e Traços2012-02-27T17:09:38-03:00Redação
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A cantora Karina Buhr sempre gostou de desenhar. Hábito que a baiana exerce quase todos os dias, o rabiscar se tornou um exercício criativo para a composição de suas músicas. Ilustrações dela já estamparam inclusive os discos do Comadre Fulozinha, grupo de percussão que ajudou a formar.</p>
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Assista a um vídeo exclusivo em que Karina aparece desenhando:</p>
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Assista a um vídeo sobre a relação da cantora Karina Buhr com o exercício criativo do desenho2012-02-27T17:09:38-03:00Copyright Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservadosAssista a um vídeo sobre a relação da cantora Karina Buhr com o exercício criativo do desenhoPrimeira FilaBRAVO!BRAVO!http://bravonline.abril.com/materia/heroi-alvinegroHerói Alvinegro2012-02-27T15:52:38-03:00Redação
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<em>Heleno</em>, longa-metragem sobre o jogador de futebol que se tornou ídolo do país, chega neste mês aos cinemas, com direção de José Henrique Fonseca. Ouça o depoimento de Rodrigo Santoro, protagonista do filme, sobre sua preparação para viver o botafoguense que, nas décadas de 1940 e 50, era um dos grandes craques brasileiros.</p>
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<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" height="81" width="100%"><param name="quality" value="high"/><param name="allowScriptAccess" value="always"/><param name="movie" value="https://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F37699906&show_comments=true&auto_play=false&color=ffd800"/><embed allowscriptaccess="always" height="81" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" quality="high" src="https://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F37699906&show_comments=true&auto_play=false&color=ffd800" type="application/x-shockwave-flash" width="100%"/></object></p>
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Leia a matéria <em>Príncipe na Sarjeta</em>, assinada pelo cineasta Cacá Diegues, sobre o filme <em>Heleno </em>na edição de março/175.</p>
Ouça um podcast com o ator Rodrigo Santoro sobre a cinebiografia do jogador botafoguense Heleno2012-02-27T15:52:38-03:00Copyright Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservadosOuça um podcast com o ator Rodrigo Santoro sobre a cinebiografia do jogador botafoguense HelenoCinemaBRAVO!BRAVO!http://bravonline.abril.com/materia/encontro-de-gigantesEncontro de gigantes2012-02-24T18:53:26-02:00Redação
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Um dos maiores mestres do choro terá sua trajetória exposta na mostra <em>Pixinguinha</em>, em Brasília, de 13 de março a 06 de maio. Fotos, documentos e vídeos preencherão doze salas do Centro Cultural Banco do Brasil, idealizadas pela pesquisadora Lu Araújo, com o neto do artista, Marcelo Vianna, e o maestro Caio Cezar.</p>
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Um dos espaços será dedicado ao filme <em>Sol Sobre a Lama</em>, longa dos anos 60, dirigido por Alex Viany. Na época, o cineasta convidou Pixinguinha e Vinicius de Moraes para compor a trilha sonora. Assista ao documentário <em>Nós Somos um Poema</em>, produzido pela própria curadora da exposição, que recupera essa histórica parceria entre os dois gigantes da música brasileira.</p>
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Exposição de Pixinguinha resgata documentário sobre a parceria do compositor com o poeta Vinicius de Moraes2012-02-24T18:53:26-02:00Copyright Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservadosExposição de Pixinguinha resgata documentário sobre a parceria do compositor com o poeta Vinicius de MoraesMúsicaBRAVO!BRAVO!http://bravonline.abril.com/materia/manual-de-instrucoesManual de instruções2012-02-24T18:52:13-02:00Redação
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Com o conto <em>Rudimentos de Sadomasoquismo Comparado</em>, Glauco Mattoso assina a seção Ficção Inédita deste mês. O texto, no entanto, não foi escrito de maneira convencional. O ficcionista sofre de glaucoma – seu nome artístico é um trocadilho com o termo<em>glaucomatoso</em>, usado para portadores da doença. Desde o começo da década passada, o escritor utiliza um programa de computação, desenvolvido pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, para ler e escrever. No podcast abaixo, saiba como funciona:</p>
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<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" height="81" width="100%"><param name="quality" value="high"/><param name="allowScriptAccess" value="always"/><param name="movie" value="https://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F37712582"/><embed allowscriptaccess="always" height="81" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" quality="high" src="https://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F37712582" type="application/x-shockwave-flash" width="100%"/></object></p>
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Leia o conto <em>Rudimentos de sadomasoquismo comparado </em>na edição de março/175.</p>
O escritor Glauco Mattoso, que ficou cego nos anos 90, explica como faz para ler e escrever2012-02-24T18:52:13-02:00Copyright Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservadosO escritor Glauco Mattoso, que ficou cego nos anos 90, explica como faz para ler e escreverLiteraturaBRAVO!BRAVO!http://bravonline.abril.com/materia/shakespeare-para-todos-os-gostoShakespeare para todos os gostos2012-02-03T18:24:36-02:00Mariana Delfini
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Shakespeare está em cartaz, e, a princípio, não há nada de novo nisso. Encenado em todos os cantos do mundo, inspiração para montagens das mais variadas vertentes teatrais, o inglês William Shakespeare (1564-1616), o maior dramaturgo da história, não se esgota. Sua notoriedade, influência e legado o põem em cena não só nos teatros, mas também em miríades de estudos acadêmicos, livros e filmes.</p>
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Neste mês, uma polêmica batida e debatida entre os especialistas no bardo chega ao público leigo como espécie de novidade: Shakespeare existiu? A dúvida em torno da identidade do dramaturgo é o tema do longa-metragem <em>Anônimo</em>, de Roland Emmerich, com estreia prevista para março. O enredo rocambolesco – que atribui a autoria da obra de Shakespeare ao conde de Oxford – se filia às hipóteses, que surgiram já no século 19, de que William não teria escrito suas mais de 30 peças e diversos poemas. A penúria de dados biográficos de William e a suposição de que um interiorano de Stratford-upon-Avon não poderia ter escrito obras tão geniais, sustentam os questionamentos, relata o escritor e jornalista Paulo Nogueira na reportagem <em>RG e CPF, senhor Shakespeare</em>, na <strong>BRAVO!</strong> de fevereiro.</p>
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Enquanto isso, nos teatros, montagens brasileiras dão ares contemporâneos aos textos seculares. Nestes primeiros meses do ano, espetáculos inspirados na obra de Shakespeare formam um conjunto expressivo do amplo espectro de leituras possíveis das peças. Conheça a seguir algumas dessas montagens.</p>
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<strong>Ensaio.Hamlet</strong></p>
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<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" height="315" width="420"><param name="quality" value="high"/><param name="allowScriptAccess" value="always"/><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ZpoQle_paL8?version=3&hl=pt_BR"/><embed allowscriptaccess="always" height="315" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" quality="high" src="http://www.youtube.com/v/ZpoQle_paL8?version=3&hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" width="420"/></object></p>
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Encabeçando a lista que <strong>BRAVO!</strong> fez em dezembro de 2010, para eleger as dez melhores peças do século 21 (até agora), o espetáculo do grupo carioca Cia. dos Atores faz uma desconstrução e recriação extremamente contemporâneas do clássico de Shakespeare. Na montagem, trechos da obra original se costuram a depoimentos dos atores, expondo o processo de montagem teatral e brincando com os limites da representação.</p>
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<em>Ensaio.Hamlet</em> estreou em 2004, comemorando 15 anos da companhia, com direção de Enrique Diaz e ganhou importantes prêmios na época, como o de Melhor Espetáculo, pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) e o prêmio Shell, no Rio de Janeiro, por Melhor Direção. Em fevereiro, o grupo reencena a peça no Sesc Belenzinho, em São Paulo, no projeto Experimento Shakespeare <a href="http:// http://www.sescsp.org.br/sesc/programa_new/busca.cfm?conjunto_id=9320" rel="(veja a programação completa clicando aqui)" target="_blank">(veja a programação completa clicando aqui)</a>.</p>
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<strong>R&J Shakespeare – Juventude Corrompida</strong></p>
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<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" height="315" width="560"><param name="quality" value="high"/><param name="allowScriptAccess" value="always"/><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/O6NAVg9k9KY?version=3&hl=pt_BR"/><embed allowscriptaccess="always" height="315" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" quality="high" src="http://www.youtube.com/v/O6NAVg9k9KY?version=3&hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" width="560"/></object></p>
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Dentro do mesmo projeto do Sesc Belenzinho, que reúne oficinas, leituras de peças e montagens em torno do dramaturgo inglês, o diretor João Fonseca apresenta <em>R&J Shakespeare</em>, que em 2011 cumpriu temporada no Rio de Janeiro.</p>
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O texto, criado em 1997 pelo norte-americano Joe Calarco, contempla uma peça dentro de outra: quatro estudantes de um colégio interno fazem leituras de <em>Romeu e Julieta</em> entre os compromissos escolares. A brincadeira de representar vai se tornando mais intensa e toma conta da rotina dos garotos.</p>
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<strong>Penso Ver o que Escuto</strong></p>
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<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" height="315" width="560"><param name="quality" value="high"/><param name="allowScriptAccess" value="always"/><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/6Y_MmRUXU_I?version=3&hl=pt_BR"/><embed allowscriptaccess="always" height="315" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" quality="high" src="http://www.youtube.com/v/6Y_MmRUXU_I?version=3&hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" width="560"/></object></p>
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A peça da Cia. Bufomecânica faz uma colagem caleidoscópica dos grandes dramas históricos de Shakespeare: <em>Ricardo II</em>, <em>Henrique IV</em>, <em>Henrique V</em> e <em>Ricardo III</em>. A direção de Cláudio Baltar e Fábio Ferreira investe nas influências da arquitetura, das artes visuais e do teatro-físico para compor um espetáculo dinâmico.</p>
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<em>Penso Ver o que Escuto</em> foi apresentada em curta temporada no Rio de Janeiro no final de 2011, mas deve voltar em cartaz neste ano. Antes de um tour pelo Rio e por São Paulo, a peça celebra a abertura do World Shakespeare Festival, em Londres, no dia 18 de maio, rebatizada de <em>Two Roses for Richard III</em> (Duas Rosas para Ricardo III). O espetáculo tem coprodução da Royal Shakespeare Company, da Inglaterra, e foi concebido para o festival, que ao longo de sete meses homenageia o bardo com cerca de 70 montagens de diferentes países.</p>
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<strong>Romeu & Julieta</strong></p>
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<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" height="315" width="420"><param name="quality" value="high"/><param name="allowScriptAccess" value="always"/><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/K23HWezBhqc?version=3&hl=pt_BR"/><embed allowscriptaccess="always" height="315" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" quality="high" src="http://www.youtube.com/v/K23HWezBhqc?version=3&hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" width="420"/></object></p>
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Com uma estreia histórica na cidade mineira de Ouro Preto em 1992, <em>Romeu & Julieta</em>, com concepção e direção de Gabriel Villela, marcou a história do Grupo Galpão. A tragédia do casal apaixonado ganhou elementos da cultura popular brasileira nas canções, figurinos e adereços.</p>
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Neste ano, o Grupo Galpão volta ao World Shakespeare Festival, em Londres, depois de uma série de apresentações em 2000 no Shakespeare’s Globe, o teatro reconstruído nos moldes daquele levantado em 1599 pela companhia de do dramaturgo. Em fevereiro, o projeto Experimento Shakespeare, do Sesc Belenzinho, exibe o documentário das apresentações da peça em Londres, dirigido por Paulo José. Para maio, o diretor Gabriel Villela promete uma montagem de <em>Macbeth</em> com Ana Paula Arósio e Marcello Antony no elenco.</p>
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<strong>Serviço</strong></p>
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<strong>Ensaio.Hamlet</strong></p>
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Direção de Enrique Diaz. Com a Cia. Dos Atores.</p>
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Sesc Belenzinho (rua Padre Adelino, 1000. 0++/11/2076-9700). De 14 a 29/2. Terças e quartas, às 21h. Sessões extras no Carnaval (dias 20 e 21, às 18h). R$32.</p>
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<strong>R&J Shakespeare – Juventude Interrompida</strong></p>
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De Joe Calarco. Direção de João Fonseca. Com Felipe Lima, João Ganriel Vasconcellos, Pablo Sanábio e Rodrigo Pandolfo.</p>
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Sesc Belenzinho (rua Padre Adelino, 1000. 0++/11/2076-9700). Até 26/2. Sextas e sábados, às 21h30; domingo, às 18h30. No dia 18, às 18h30. R$24.</p>
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<strong>Romeu & Julieta do Grupo Galpão no Globe Theatre</strong></p>
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Documentário com direção de Paulo José.</p>
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Sesc Belenzinho (rua Padre Adelino, 1000. 0++/11/2076-9700). Dia 23/2, às 20h. Grátis.</p>
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Espetáculos brasileiros mostram o dramaturgo inglês de diferentes ângulos2012-02-02T16:33:14-02:00Copyright Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservadosEspetáculos brasileiros mostram o dramaturgo inglês de diferentes ângulosTeatro e DançaBRAVO!BRAVO!http://bravonline.abril.com/materia/rumo-a-alemanhaRumo à Alemanha2012-02-02T12:01:48-02:00Redação
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Durante quatro anos, o cineasta paulistano Cao Hamburger viajou para Tocantins e Mato Grosso com o objetivo de filmar o longa-metragem <em>Xingu</em>, sobre os imãos Villas-Bôas. Em um podcast, o diretor revela os bastidores da produção, selecionada para o Festival de Berlim.</p>
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Ouça podcast:</p>
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<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" height="81" width="100%"><param name="quality" value="high"/><param name="allowScriptAccess" value="always"/><param name="movie" value="https://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F34598359&show_comments=true&auto_play=false&color=ffe600"/><embed allowscriptaccess="always" height="81" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" quality="high" src="https://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F34598359&show_comments=true&auto_play=false&color=ffe600" type="application/x-shockwave-flash" width="100%"/></object></p>
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Assista ao trailer do filme<em> Xingu</em>:</p>
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<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" height="360" width="640"><param name="quality" value="high"/><param name="allowScriptAccess" value="always"/><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/OQwTWLwKLIM?version=3&hl=pt_BR"/><embed allowscriptaccess="always" height="360" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" quality="high" src="http://www.youtube.com/v/OQwTWLwKLIM?version=3&hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" width="640"/></object></p>
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Veja imagens do ensaio feito na casa do cineasta para a seção <em>Retrato da Artista </em>da edição de fevereiro/174.</p>
Cineasta Cao Hamburger comenta seu novo filme, <em>Xingu</em>, selecionado para o Festival de Berlim, que acontece em fevereiro2012-01-26T12:51:42-02:00Copyright Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservadosFevereiro de 2012Cineasta Cao Hamburger comenta seu novo filme, Xingu, selecionado para o Festival de Berlim, que acontece em fevereiroPrimeira FilaBRAVO!BRAVO!