Artes Visuais
As Escadas Malucas de M.C.Escher
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© M.C. Escher Foundation - Baarn - The NetherlandsRelatividade, 1953 litografia 29,1 x 29,4 cm -
© M.C. Escher Foundation - Baarn - The NetherlandsAutorretrato no espelho esférico, 1950 litografia 31,8 x 21,3 cm -
© M.C. Escher Foundation - Baarn - The NetherlandsBelvedere, 1958 litografia 46,2 x 29,5 cm -
© M.C. Escher Foundation - Baarn - The NetherlandsCascata, 1961 litografia 38,1 x 30 cm -
© M.C. Escher Foundation - Baarn - The NetherlandsCastrovalva, 1930 litografia 53,6 x 41,8 cm -
© M.C. Escher Foundation - Baarn - The NetherlandsDesenhando, 1948 litografia 28,2 x 33,2 cm -
© M.C. Escher Foundation - Baarn - The NetherlandsLaço, 1956 Litografia 25,3 x 33,9 cm -
© M.C. Escher Foundation - Baarn - The NetherlandsNatureza-morta e rua, 1937 xilogravura 48,7 x 56,5 cm -
© M.C. Escher Foundation - Baarn - The NetherlandsRépteis, 1943 litografia 33,4 x 38,5 cm -
© M.C. Escher Foundation - Baarn - The NetherlandsSubindo e descendo, 1960 litografia 35,5 x 28,5 cm
Escadas que se entrecruzam em ângulos impossíveis. Quem lê essa descrição pode se lembrar do filme Labirinto - A Magia do Tempo, de 1986, ou do recente A Origem, lançado no ano passado, além da tirinha Life in Hell, de Matt Groenning, e de tantas outras expressões artísticas da atualidade.
A inspiração dessas obras, porém, remonta ao século 19. Foi em 1898 que nasceu, na Holanda, quem primeiro concebeu as tais escadas malucas e outros efeitos gráficos que brincam com a visão do expectador.
Maurits Cornelis Escher, o M.C.Escher, não era dado aos estudos. Por isso, seus pais o obrigaram a entrar na Escola de Arquitetura e Artes da cidade em que viviam, Harleem. Achavam que era o único caminho possível para o menino reprovado no colegial. Ali, ele conheceu o professor Samuel Jessurun de Mesquita, que lhe apresentou a arte gráfica, à que Escher se dedicou por toda a vida.
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