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Nesta remontagem de 1987, a coreografia de Nijinski é recuperada pela coreógrafa e historiadora Millicent Hodson. A bailarina em destaque é Marie-Claude Pietragalla.

A alemã Pina Bausch usa a história para falar do terror do homem pela morte. Nesta cena final, a eleita para dançar até a morte é a bailarina Malou Ariaudo. Na montagem em cartaz no Teatro Alfa, a bailarina é a brasileira Ruth Amarante.

O francês Angelin Preljocaj fez uma ousada montagem para a peça de Stravinsky em 2001. A bailarina no papel da sacrificada é Nagisa Shirai. Em 1990, Preljocaj fez sua releitura de maior sucesso com o clássico Romeu e Julieta para o Ballet da Ópera de Lyon.

O finlandês Tero Saarinen coreografou e encenou esta montagem. O solo para a peça de Stravinsky, intitulado Hunt, teve colaboração da artista multimídia Marita Liulia que usou o corpo de Saarinen e a saia branca para projetar imagens.

O francês Maurice Béjart transformou a história numa celebração de amor. Nesta montagem de 1959, o encontro carnal de um homem e uma mulher - no caso os bailarinos Tânia Bari e Germinal Casado - simboliza também a união do céu e da terra, a dança de vida e morte.

Tags: Pina Bausch, A Vaia Inaugural,

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1 comentário(s)

  1. Eu amei os vídeos, pois tenho que fazer um trabalho pro ballet sobre esse tema e eu peguei toso os seus vídeos, rsrs. Mas são muito lindo, não resisti!!