Cinema
A nova cara do cinema argentino
Daniel Burman prova em Dois Irmãos que é um dos melhores diretores da nova safra do cinema argentino. Com o novo filme, o cineasta de 37 anos já atraiu mais de 500 mil pessoas no país vizinho e tem tudo para garantir uma boa bilheteria aqui no Brasil.
A família, tema recorrente em seus filmes, aparece novamente em um roteiro redondo e divertido. Na história, Marcos e Suzana (Antonio Gasalla e Graciela Borges) são dois irmãos sessentões que vivem em torno da mãe doente, têm diversos problemas pessoais e precisam aprendem conviver um com o outro.
Ninho Vazio (2008)
Um casal em crise questiona o sentido dos laços conjugais em uma complexa reflexão sobre a morte dos relacionamentos pessoais. A família despedaçada é o centro da história contada em diálogos profundos e atuações irracionais.
As Leis de Família (2006)
A trama conta a história de Ariel Perelman (Daniel Hendler), jovem advogado que se apaixona por uma aluna com quem tem um filho. Ariel enfrenta seu egoísmo em uma crise conjugal e se vê obrigado a encarar o relacionamento frio que mantém com seu próprio pai.
O Abraço Partido (2004)
Uma Buenos Aires multicultural e poliglota é retratada em O Abraço Partido. O filme ganhou o Urso de Prata no Festival de Berlim de 2004 e rendeu à atuação de Daniel Hendler, como o jovem Ariel, o prêmio de melhor ator no mesmo festival.
Esperando o Messias (2000)
A comunidade judaica da Argentina é palco para a história de um jovem dividido entre valores tradicionais e seus desejos de libertação em uma Buenos Aires mergulhada na crise financeira. A questão judaica aparece em diversas cenas do filme.
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Comentado em 13.08.2012 às 06:03 por Beatriz Vidigal:
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