Artes Visuais
Agosto/2011
Os tridimensionais de Henrique Oliveira
O brasileiro Henrique Oliveira está prestes a inaugurar sua primeira individual europeia. Conheça alguns de seus trabalhos
por Redação
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Eduardo OrtegaTapumes - Casa dos Leões -, 2009. A instalação, desenvolvida para a VII Bienal do MERCOSUL, surgiu de uma proposta do curador brasileiro Artur Lescher para que Henrique Oliveira ocupasse as ruas de Porto Alegre. Após visitas a algumas locações, o artista escolheu a fachada de um antigo prédio da cidade. -
DivulgaçãoBololô, 2011. Atualmente exposta no Smithsonian National Museum of African Art, em Washington, a obra faz parte do projeto Diálogos, que coloca em contato artistas africanos com criadores de outras nacionalidades. Inspirado pelo trabalho do sul-africano Sandile Zulu, Henrique desenvolveu uma estrutura que lembra as raízes e os cipós das florestas. Em resposta, Sandile criou uma instalação composta de várias esculturas em compensado flexível – material recorrente nas obras de Henrique. -
Nash BakerTapumes, 2009. Em muitas de suas peças, o artista trabalha no limite entre escultura e pintura. Em Tapumes, é como se cada lasca de madeira fosse uma pincelada. “É a textura de tinta a óleo, mas como se estivéssemos enxergando com lentes de aumento”. -
DivulgaçãoBoxoplasmose, 2011. Boxoplasmose é uma das obras que estarão na primeira individual europeia do artista, na galeria Georges-Philippe & Nathalie Vallois, em Paris. O nome é uma junção da palavra “box”, caixa em inglês, e “toxoplasmose”, doença que acarreta abortos e nascimento de fetos mal formados. -
DivulgaçãoA Origem do Terceiro Mundo - (vista interna) - 2010. Inspirada na pintura A Origem do Mundo, do francês Gustave Courbet, a instalação fez parte da 29ª Bienal de São Paulo. O trabalho de 1866 escandalizou a sociedade da época ao expor uma vagina. A entrada do túnel criado por Henrique remete a figura de Courbet e, dentro dele, o espectador se vê em uma imensidão feita de material rústico – uma visão do terceiro mundo. -
DivulgaçãoNuvem, 2008. A obra foi exposta na mostra Something from Nothing – algo como Alguma Coisa do Nada –, no Contemporary Arts Center de Nova Orleans. Na ocasião, 13 artistas de diferentes nacionalidades produziram obras a partir de materiais encontrados na cidade – que se reerguia após a passagem do furacão Katrina.
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